quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 25/01/2023

ANO A


Mc 16,15-18

Comentário do Evangelho

Impacto da ação missionária de Paulo

O evangelho de Marcos termina no versículo 16,8 com a narrativa do encontro do túmulo vazio pelas mulheres. Tardiamente foi feito o acréscimo de 16,9-20, para inserir neste evangelho as aparições do ressuscitado, conforme ocorria nos outros três evangelhos, posteriores a Marcos. Este texto tardio destoa do evangelho de Marcos. Primeiro pela colocação do batismo como critério de salvação e condenação, o que fere a perspectiva universalista revelada em Marcos. Em segundo lugar por associar a fé à manifestação externa de poderes. Em Marcos são frequentes as passagens em que a fé humilde e frágil abre as portas do Reino. Dentre os sinais visíveis de poder, a alusão "pegarem em serpentes... não lhes fará mal algum" relaciona-se com At 28,3-6: uma serpente prende-se à mão de Paulo e ele nada sofre. Trata-se de um artifício literário para destacar o bem-sucedido impacto da ação missionária de Paulo, em um ministério exercido entre conflitos. Hoje, a festa da conversão de Paulo, conforme as narrativas de Atos, nos lembra que assim como Paulo percebeu a presença de Jesus vivo nos discípulos que ele perseguia, ele próprio tornou-se uma testemunha de Jesus entre as comunidades formadas em sua missão.
José Raimundo Oliva
Fonte: Paulinas em 25/01/2012

Comentário do Evangelho

Paulo, apóstolo dos gentios

"Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa-Nova a toda criatura" (v. 15). São Paulo é considerado o Apóstolo dos Gentios. Com ele o evangelho ultrapassou as fronteiras da terra de Israel para ganhar o mundo. De perseguidor da Igreja, tornou-se discípulo de Jesus Cristo.
O acontecido com Paulo no caminho de Damasco provocou uma transformação radical em sua vida: "Sou agradecido para com aquele que me deu força, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me julgou fiel, tomado-me para o seu serviço, a mim que, outrora, era blasfemo, perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia porque agi por ignorância, na incredulidade." (1Tm 1,12-13). Paulo não interpreta o acontecido no caminho de Damasco com o termo conversão, mas diz ter sido uma "revelação". Na carta aos Gálatas, ele descreve a mudança radical da sua vida desta maneira: "Eu não recebi o evangelho de ninguém, e ninguém me ensinou, mas foi uma revelação de Jesus Cristo" (Gl 1,12). A Luz que o cegou para, depois, fazê-lo ver com clareza, ele a relaciona com o Deus único revelado a Israel (cf. 1Tm 6,16)
Carlos Alberto Contieri,sj
Oração
Pai, livra-me da incredulidade que me impede de ser proclamador da ressurreição de teu Filho Jesus, por quem nos é oferecida a tua salvação.
Fonte: Paulinas em 25/01/2013

Comentário do Evangelho

Paulo, apóstolo dos gentios

Saulo era um fariseu fervoroso (Fl 3,5-6; Gl 1,14) e, segundo Lucas, filho de fariseus (cf. At 23,6). “Pego” pelo Senhor, Paulo se transformou no apóstolo dos gentios (cf. At 9,15). Pelo seu ministério, o evangelho de Jesus Cristo ultrapassou as fronteiras da terra de Israel para ganhar “os confins da terra” (At 1,8). O evangelho que ele recebeu, segundo seu próprio dizer, ele o recebeu por revelação (cf. Gl 1,12). De perseguidor do Caminho (cf. At 9,2; 22,4) tornou-se apóstolo de Jesus Cristo (cf. Gl 1,23). Os Atos dos Apóstolos, cujo autor é Lucas, apresenta dois textos da conversão de Paulo: um narrado em terceira pessoa (At 9,1-22) e outro em primeira pessoa (At 22,3-16). Paulo não utiliza para o acontecido com ele no caminho de Damasco o termo conversão, mas revelação (cf. Gl 1,16). A Luz que o envolveu de intensa claridade e ofuscou, por um tempo, sua visão é a luz do Cristo ressuscitado, perseguido por Paulo nos membros do Caminho (ver: Lc 10,16). Se a luz de Cristo ofuscou sua visão foi para que ele pudesse ver todas as coisas em Cristo, e ver a luz da nova criação. O que ele cria, o que ele esperava, ele, agora, o encontra realizado em Cristo, o Senhor.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Pai, livra-me da incredulidade que me impede de ser proclamador da ressurreição de teu Filho Jesus, por quem nos é oferecida a tua salvação.
Fonte: Paulinas em 25/01/2014

Vivendo a Palavra

O texto é do capítulo final do Evangelho de Marcos. Diante dos onze apóstolos reunidos em refeição, Jesus se dirigia à Igreja de todos os tempos, ordenando que anuncie o Reino e lhe dando poder. Paulo deixou-nos seu exemplo: bem cedo assumiu a missão e foi um incansável arauto da Boa Notícia trazida pelo Cristo Jesus.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2012

Vivendo a Palavra

Jesus nos envia para anunciar a Boa Notícia ao mundo. E a Igreja reverencia hoje aquele que encarna com perfeição o mensageiro descrito no Evangelho. O apóstolo Paulo é uma boa referência para ser seguida em nossa caminhada nesta vida, rumo ao Reino do Pai.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2013

Vivendo a Palavra

O mandato de Jesus não deixa dúvidas: “Vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa Notícia para toda a humanidade.” A legitimidade do anúncio é confirmada pelos sinais. Nossa presença de discípulos evangelizadores deve ser fonte de libertação e cura para os irmãos. Nossa palavra deve ser simples e coerente com a vida.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2014

Vivendo a Palavra

No texto Evangélico, Marcos relata o ‘envio’ dos Apóstolos para a Missão. Foram as últimas palavras do Mestre, logo seguidas por sua ascensão ao Céu. São essas as mesmas palavras que devemos guardar em nossos corações para que elas nos inspirem no seguimento do Caminho de Jesus, na volta à saudosa Casa do Pai.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2017

VIVENDO A PALAVRA

Quando nos colocamos diante dessas expressões e nos recordamos de Paulo, nós descobrimos que, palavra por palavra, elas soam como profecias realizadas na pessoa do Apóstolo. Grande modelo de conversão, fidelidade e coragem, Paulo viveu plena e apaixonadamente o chamado de Jesus e a Missão de Cristão.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2018

VIVENDO A PALAVRA

Jesus nos envia para anunciar a Boa Notícia ao mundo. E a Igreja reverencia hoje aquele que encarna com perfeição o mensageiro retratado no Evangelho. O apóstolo Paulo é uma boa referência para ser seguida em nossa caminhada de discípulos missionários neste planeta encantado, que já é sinal e princípio do Reino do Pai.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2019

VIVENDO A PALAVRA

O mandato de Jesus não deixa dúvidas: “Vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa Notícia para toda a humanidade.” A legitimidade do anúncio é confirmada pelos sinais. Nossa presença de discípulos evangelizadores deve ser fonte de libertação, de paz e de cura para os irmãos. Nossa palavra deve ser simples e coerente com a nossa maneira de viver.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2020

VIVENDO A PALAVRA

Quando nos colocamos diante dessas expressões e nos recordamos de Paulo, nós descobrimos que, palavra por palavra, elas soam como profecias realizadas na pessoa do Apóstolo. Grande modelo de conversão, fidelidade e coragem, Paulo viveu plena e apaixonadamente o chamado de Jesus e a Missão de Cristão.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2021

Reflexão

É comum ouvirmos pessoas rezarem pela conversão dos pecadores, mas é muito difícil vermos alguém rezar pela própria conversão. Isso acontece porque a maioria das pessoas acha que não precisa de conversão porque não comete aqueles pecados que possuem matéria mais grave e vive com certa constância uma religiosidade. Porém o Evangelho de hoje nos mostra que ser verdadeiramente cristão significa participar ativamente na obra evangelizadora da Igreja a partir do envio que foi feito pelo próprio Jesus. Portanto, só é verdadeiramente convertido quem participa da missão evangelizadora da Igreja.

Reflexão

Antes de sua ascensão ao céu, Jesus envia seus discípulos com uma ordem bem precisa: proclamar o evangelho. Os destinatários são todos os povos do mundo todo. Jesus confere aos discípulos o poder de curar doentes e expulsar demônios, isto é, libertar as pessoas de tudo o que as oprime e devolver-lhes a dignidade de filhos e filhas de Deus. Muitos sinais prodigiosos haveriam de acompanhar e confirmar a obra dos seguidores de Jesus. A Igreja primitiva (ler Atos dos Apóstolos) testemunhou a verdade dessa promessa: “O Senhor confirmava o que eles diziam sobre a graça de Deus, permitindo que através deles se realizassem sinais e prodígios” (At 14,3). Faz parte dessa corrente de pregadores o apóstolo Paulo, através do qual Deus realizava milagres extraordinários (cf. At 19,11).
(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte: Paulus em 25/01/2018

Reflexão

Paulo vinha sendo preparado por Deus para ser uma grande força na compreensão e expansão do cristianismo. Formado nas Sagradas Escrituras, nutria grande zelo pela religião dos seus antepassados. Era tão aplicado na consolidação do judaísmo, que se tornou feroz perseguidor dos cristãos. Foi com esse homem que Jesus teve encontro histórico na estrada de Damasco. Paulo não viu Jesus, mas foi atingido por ofuscante luz, enquanto uma voz lhe perguntava: “Por que me persegues?” Uma pergunta espera resposta, explicação, decisão. Paulo também indaga: “Quem és tu?”. “Eu sou Jesus”, esclarece a voz. A partir desse diálogo, Paulo assume novo modo de vida (conversão) e dedicação sem reservas a Jesus Cristo. Por seu testemunho de vida e suas cartas, sua palavra continua a ressoar no mundo inteiro.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte: Paulus em 25/01/2019

Reflexão

Antes de sua ascensão ao céu, Jesus envia seus discípulos com uma ordem bem precisa: proclamar o evangelho. Os destinatários são todos os povos do mundo todo. Jesus confere aos discípulos o poder de curar doentes e expulsar demônios, isto é, libertar as pessoas de tudo o que as oprime e devolver-lhes a dignidade de filhos e filhas de Deus. Muitos sinais prodigiosos haveriam de acompanhar e confirmar a obra dos seguidores de Jesus. A Igreja primitiva (ler Atos dos Apóstolos) testemunhou a verdade dessa promessa: “O Senhor confirmava o que eles diziam sobre a graça de Deus, permitindo que através deles se realizassem sinais e prodígios” (At 14,3). Faz parte dessa corrente de pregadores o apóstolo Paulo, através do qual Deus realizava milagres extraordinários (cf. At 19,11).
Oração
Ó Jesus, divino Mestre, enviaste teus discípulos ao mundo todo, tornando-os porta-vozes dos teus ensinamentos, e prometendo-lhes tua assistência até o final dos tempos. Senhor, te bendizemos porque escolheste São Paulo, que se fez teu ardoroso seguidor, e o constituíste como apóstolo das nações. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))
Fonte: Paulus em 25/01/2020

Reflexão

Paulo vinha sendo preparado por Deus para ser uma grande força na compreensão e expansão do cristianismo. Formado nas Sagradas Escrituras, nutria grande zelo pela religião dos seus antepassados. Era tão aplicado na consolidação do judaísmo, que se tornou feroz perseguidor dos cristãos. Foi com esse homem que Jesus teve encontro histórico na estrada de Damasco. Paulo não viu Jesus, mas foi atingido por ofuscante luz, enquanto uma voz lhe perguntava: “Por que me persegues?”. Uma pergunta espera resposta, explicação, decisão. Paulo também indaga: “Quem és tu?”. “Eu sou Jesus”, esclarece a voz. A partir desse diálogo, Paulo assume novo modo de vida (conversão) e passa a dedicar-se sem reservas a Jesus Cristo. Por seu testemunho de vida e suas cartas, sua palavra continua a ressoar no mundo inteiro.
ORAÇÃO
Ó Jesus, divino Mestre, enviaste teus discípulos ao mundo todo, tornando-os porta-vozes dos teus ensinamentos e prometendo-lhes tua assistência até o final dos tempos. Senhor, te bendizemos porque escolheste São Paulo, que se fez teu ardoroso seguidor, e o constituíste como apóstolo das nações. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)
Fonte: Paulus em 25/01/2021

Reflexão

Antes de sua ascensão ao céu, Jesus envia seus discípulos com uma ordem bem precisa: proclamar o Evangelho. Os destinatários são todos os povos do mundo todo. Jesus confere aos discípulos o poder de curar doentes e expulsar demônios, isto é, libertar as pessoas de tudo o que as oprime e devolver-lhes a dignidade de filhos e filhas de Deus. Muitos sinais prodigiosos haveriam de acompanhar e confirmar a obra dos seguidores de Jesus. A Igreja primitiva testemunhou a verdade dessa promessa: “O Senhor confirmava o que eles diziam sobre a graça de Deus, permitindo que através deles se realizassem sinais e prodígios” (At 14,3). Faz parte dessa corrente de pregadores o apóstolo Paulo, através do qual Deus realizava milagres extraordinários (cf. At 19,11).
(Dia a dia com o Evangelho 2022)
Fonte: Paulus em 25/01/2022

Reflexão

Paulo vinha sendo preparado por Deus para ser uma grande força na compreensão e expansão do cristianismo. Formado nas Sagradas Escrituras, nutria grande zelo pela religião dos seus antepassados. Era tão aplicado na consolidação do judaísmo, que se tornou feroz perseguidor dos cristãos. Foi com esse homem que Jesus teve encontro histórico na estrada de Damasco. Paulo não viu Jesus, mas foi atingido por ofuscante luz, enquanto uma voz lhe perguntava: “Por que me persegues?” Uma pergunta espera resposta, explicação, decisão. Paulo também indaga: “Quem és tu?”. “Eu sou Jesus”, esclarece a voz. A partir desse diálogo, Paulo assume novo modo de vida (conversão) e dedicação sem reservas a Jesus Cristo. Por seu testemunho de vida e suas cartas, sua palavra continua a ressoar no mundo inteiro.
(Dia a Dia com o Evangelho 2023)

Reflexão

«Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova»

Rev. D. Josep GASSÓ i Lécera
(Ripollet, Barcelona, Espanha)

Hoje, a Igreja celebra a festa da Conversão de São Paulo, apóstolo. O breve fragmento do Evangelho segundo São Marcos resume uma parte do discurso sobre a missão que confere o Senhor ressuscitado. Com a exortação de predicar por todo o mundo vai unida a tese de que a fé e o batismo são requisitos necessários para a salvação: «Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado» (Mc 16,16). Além disso, Cristo garante que aos predicadores lhes será dada a faculdade de fazer prodígios ou milagres que irão apoiar e confirmar sua predicação missionária (cf. Mc 16,17-18). A missão é grande —«Ide por todo o mundo»—, mas não faltará o acompanhamento do Senhor: «Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo» (Mt 28,20).
A oração coleta de hoje, própria da festa, nos diz: «Oh Deus, que com a predicação do Apóstolo São Paulo levaste a todos os povos ao conhecimento da verdade, concede-nos, ao celebrar hoje sua conversão, que, seguindo seu exemplo, caminhemos a Ti como testemunha de tua verdade». Uma verdade que Deus nos tem concedido conhecer e que tantas e tantas almas desejariam possuir: temos a responsabilidade de transmitir até onde possamos este maravilhoso patrimônio.
A Conversão de São Paulo é um grande acontecimento: ele passa de perseguidor a convertido, isto é, a servidor e defensor da causa de Cristo. Muitas vezes talvez, também nós mesmos nos fazemos de “perseguidores”: como São Paulo, devemos nos converter de “perseguidores” a servidores e defensores de Jesus Cristo.
Com Santa Maria, reconhecemos que o Altíssimo também tem prestado atenção em nós e nos tem escolhido para participar na missão sacerdotal e redentora de seu Filho divino: Regina apostolorum, Rainha dos apóstolos, rogai por nós!; fazei-nos valentes para dar testemunho de nossa fé cristã no mundo que devemos viver.

Pensamentos para o Evangelho de hoje

Saulo foi conduzido a Ananias: o lobo devastador é conduzido às ovelhas. Mas o Pastor, que tudo conduz do alto do céu, garante-lhe: "Não temas." Que maravilha! O lobo cativo é conduzido às ovelhas. O Cordeiro, que morre pelas ovelhas, lhe ensina a não temer (Santo Agostinho)

- «A conversão de São Paulo aconteceu no encontro com Cristo ressuscitado; foi este encontro que mudou radicalmente a sua existência. É nisso que consiste a conversão deles e a nossa: crer em Jesus, morto e ressuscitado” (Bento XVI)

- «Nosso Senhor ligou o perdão dos pecados à fé e ao Batismo: 'Ide por todo o mundo e proclamai a Boa Nova a toda a criação. Quem crer e for batizado será salvo ”(Mc 16,15-16). O Batismo é o primeiro e principal sacramento da remissão dos pecados porque nos une a Cristo, que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação, para que «também nós possamos viver uma nova vida» (Rm 6,4)» (Catecismo do a Igreja Católica, nº 977)



Recadinho

Você anuncia o Evangelho? - Como? - Lembra-se que vale mais o testemunho que as belas palavras? - Considera sua missão de anunciar uma honra ou uma tarefa? - Procura agir com simplicidade e humildade?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Fonte: a12 - Santuário Nacional em 25/01/2014

Meditação

“Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!” Foi depois da ressurreição que Jesus mostrou-se a eles e confiou-lhes a missão que mudou completamente sua vida. Talvez eu não seja chamado para dedicar toda a minha vida à pregação explícita do Evangelho. Mesmo assim, tenho de estar sempre pronto a dar testemunho de minha fé, e a viver sempre de tal modo que todos possam ver como é bom viver como Jesus ensinou.
Oração
Ó Deus, que instruístes o mundo inteiro pela pregação do apóstolo São Paulo, dai-nos, ao celebrar hoje sua conversão, caminhar para vós seguindo seus exemplos, e ser no mundo testemunhas do Evangelho. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Meditando o evangelho

IDE PREGAR O EVANGELHO

A ascensão de Jesus foi um marco importante na vida da primitiva comunidade cristã. Após longo processo de formação, os discípulos tinham diante de si a missão de evangelizar o mundo inteiro, não contando mais com a presença física do Mestre.
Desde que convocou os primeiros discípulos para segui-lo até o momento de sua subida para junto do Pai, Jesus não descurou a tarefa de preparar o pequeno grupo de seguidores para o serviço da evangelização. As longas caminhadas permitiram-lhe ir explicitando para eles a mensagem evangélica. Os discursos dirigidos às multidões e os debates com seus adversários foram, também, ocasiões propícias para tornar conhecido seu pensamento. Não bastava, porém, a formação intelectual. Era preciso uma preparação em nível existencial. Isso se deu mediante o exemplo de vida do Mestre. Seu modo de tratar as pessoas, especialmente os pecadores e marginalizados, seu relacionamento íntimo com o Pai, sua liberdade diante da Lei, sua ação enérgica contra toda sorte de injustiça e exploração da boa-fé do povo serviam de alerta para os discípulos, em vista da atitude que deveriam tomar, no exercício da missão.
Com a volta de Jesus para junto do Pai e a conclusão de sua missão terrena, chegou a hora de os discípulos assumirem sua tarefa. Doravante, Jesus passaria a agir por meio deles.

Oração
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Senhor Jesus, contemplando tua ascensão para junto do Pai, assumo a tarefa de levar, ao mundo inteiro e a toda criatura, a mensagem do teu Evangelho.

Oração
Ó Deus, que instruístes o mundo inteiro pela pregação do apóstolo são Paulo, dai-nos, ao celebrar hoje a sua conversão, caminhar para vós seguindo seus exemplos e ser, no mundo, testemunhas do Evangelho. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Dom Total em 25/01/2014

Meditando o evangelho

A NECESSIDADE DE OPERÁRIOS

Confrontando-se com a grandiosidade da missão, Jesus reconhece a necessidade de contar com colaboradores, para poder levá-la adiante, a contento. Depois de ter enviado os doze apóstolos, o Mestre enviou, também, outros setenta e dois discípulos, com a tarefa de preparar as cidades e povoados para a sua passagem, ou seja, predispô-los para acolher a sua mensagem.
Os discípulos são orientados a suplicar ao Pai - Senhor da messe - para enviar muitas outras pessoas, dispostas a assumirem a missão evangelizadora. É ele quem tem a iniciativa da vocação e da missão. Devem evitar qualquer pretensão humana de querer arrogar-se tais dons. Todos dependem de quem os chamou e enviou.
Que tipo de operário requer-se para o serviço do Reino? É preciso que seja uma pessoa cheia de coragem, predisposta a viver na pobreza, capaz de adaptar-se a qualquer tipo de acolhida que lhe for oferecida, disposta a partilhar a vida de quem a acolhe, totalmente disponível para o serviço aos doentes e marginalizados, pronta a viver a experiência do fracasso, com otimismo, sem deixar-se abater.
Quem tem estas disposições internas, deve estar atento. Pode ser que o Senhor queira enviá-lo para trabalhar na sua messe. Por que não dizer um sim corajoso e generoso?
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Espírito de coragem e generosidade, predisponha-me para trabalhar na messe do Senhor, concedendo-me os pré-requisitos necessários para um serviço eficaz.
Fonte: Dom Total em 25/01/2022

COMENTÁRIO DO EVANGELHO

1. Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa-Nova
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

A conversão de Paulo e sua vocação missionária aconteceram no mesmo instante. Deus se dignou revelar nele seu Filho Jesus, escreve Paulo aos Gálatas. Desde então, ele saiu pelo mundo afora anunciando a todos a Boa-Nova de Jesus. Paulo foi um missionário da Palavra. Formava as mentes e os corações para que em tudo Deus fosse glorificado e as pessoas fossem salvas. Formava comunidades, instituía ministros e seguia adiante. Queria ir até os confins da terra para tornar conhecido o Evangelho de Jesus. Não se cansava de evangelizar sabendo que tudo podia naquele que lhe dava força. Converteu-se no caminho de Damasco e com muita humildade soube dar tempo ao tempo até ser aceito pelos irmãos de fé, que o conheceram antes como perseguidor da Igreja. Resumiu a sua vida nas palavras que deixou a Timóteo em sua última carta: “Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé”. Possam também ser estas as nossas últimas palavras. Ouvimos no envio missionário feito por Jesus que “quem crer e for batizado será salvo”, isto é, fé e sacramento acompanharão a vida daqueles que forem tocados pela Boa Notícia de Jesus. Deus se revela a eles e lhes fala pela doutrina da fé e pelos sinais sacramentais, e eles, com os sinais que os acompanham, revelam Deus ao mundo que não crê nem recebe sacramentos num serviço de verdadeira caridade.
Fonte: NPD Brasil em 25/01/2018

COMENTÁRIO DO EVANGELHO

1. Envio missionário
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Antes de partir para a Casa do Pai, Jesus deu aos discípulos algumas orientações: “Saiam pelo mundo afora. Anunciem o Evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo. Quem crer poderá fazer sinais extraordinários. Os que crerem, quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”. Foi o que Paulo fez. Converteu-se e imediatamente se tornou discípulo missionário. Dele ouviremos expressões como “Ai de mim se não evangelizar”, “Tudo posso naquele que me dá forças”, “Sei em quem acreditei”, “Ficai sempre alegres, orai sem cessar, por tudo dai graças”, “Sede meus imitadores, como eu mesmo o sou de Cristo”. No fim dos seus dias, escrevendo a Timóteo, ele nos deixou um programa de vida com estas frases: “Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé”. Possam estas ser nossas últimas palavras antes da nossa morte. Sobre a morte, Paulo achava muito melhor morrer para estar com Cristo, mas aceitava continuar neste mundo, se isso fosse útil para os irmãos. De sua conversão, ele mesmo fala pouco. Diz aos gálatas que Deus se dignou revelar nele o seu Filho para que evangelizasse entre os gentios. São Lucas, nos Atos, conta que Paulo, no caminho de Damasco, caiu do cavalo, perdeu a visão, ouviu a voz de Jesus, foi encaminhado para a cidade e acolhido na comunidade cristã por Ananias.
Fonte: NPD Brasil em 25/01/2019

COMENTÁRIO DO EVANGELHO

1. Jesus envia em missão - Mc 16,15-18
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Escrevendo aos gálatas, São Paulo diz que Deus se dignou revelar nele seu Filho Jesus para que o evangelizasse entre os pagãos. Paulo fala de sua conversão em termos de uma experiência interior. Os Atos dos Apóstolos a descrevem como algo acontecido no caminho de Damasco. Paulo era um judeu fervoroso. Via os cristãos como desertores da verdadeira fé de Israel e seguidores de um falsário, que já estava morto. Originário de Tarso, estava estudando em Jerusalém quando se dirigiu a Damasco, perseguindo cristãos. Converteu-se no caminho e ficou um longo tempo na região desértica dos Nabateus. Voltou a Tarso, refazendo o caminho por Damasco e Jerusalém. Barnabé o procura para ajudar na formação da comunidade nascente de Antioquia da Síria. É de lá que Barnabé, Paulo e alguns companheiros sairão em missão. Vão primeiro a Chipre. Mais tarde, numa segunda viagem visando entrar na Europa, Paulo viaja com Silas e Timóteo. Atravessa a Turquia, sempre evangelizando, até chegar na Macedônia. Lucas se junta a eles no porto de Trôade e começam a evangelização da Europa por Filipos, Tessalônica, Atenas e Corinto. Em Atenas, Paulo escreve um primeiro bilhete aos cristãos de Tessalônica. É o início das cartas paulinas. Ele está feliz pela perseverança dos tessalonicenses no meio das perseguições que estavam sofrendo por sua fé.
Fonte: NPD Brasil em 25/01/2020

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Ide... E São Paulo foi...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Ir para fora (parece redundância), ir além das fronteiras, superar os limites, ter coragem de romper com o modelo tradicional, tudo isso São Paulo Apóstolo fez com maestria, tudo isso nós cristãos precisamos urgente fazer nos dias de hoje. Sem dúvida que qualquer experiência religiosa não pode deixar de lado a vida em comunidade, mas nunca podemos confundi-la com nossa missão, muita gente pensa que a missão do cristão está em viver em comunidade, se fosse assim, nunca Jesus teria dito IDE, mas sim PERMANEÇAM, fiquem onde estão, preservem o grupo...
Há cristãos que pensam assim, há igrejas que agem assim, há grupos que pensam assim e se fecham em uma religião egoísta que não quer evangelizar coisa nenhuma, mas sim formatar a todos, impondo um padrão de comportamento e de conduta, que aceite sem restrições aquilo que é proposto pelos dirigentes.
Paulo de Tarso fez essa experiência pessoal com Jesus, no caminho para Damasco, e depois de um longo retiro espiritual, orientado por Ananias, começou a sua pregação, sem preocupar-se com o modelo da Igreja Mãe presente em Jerusalém. Não foi perguntar aos outros apóstolos, como deveria fazer, mas teve a humildade de procurá-los quando viu a divisão ameaçar a comunidade. Embora com uma linha de pregação mais avançada, tendo até algumas diferenças com o Chefe dos Apóstolos, Paulo preservou a comunhão e a ela foi fiel até o último dia de sua vida.
Com coragem e ousadia levou o evangelho ao mundo Helenista, onde a sabedoria humana era a única Luz presente na existência do homem, anunciou também nos ambientes tradicionalmente judaicos como as sinagogas. Enfim, teologizou a sua experiência cristã, que não foi a mesma dos demais apóstolos, e expandiu a Igreja para muito além dos muros de Jerusalém.
Foi o primeiro apóstolo a seguir a ordem do Senhor "Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura". Paulo poderia juntar-se aos demais da comunidade de Jerusalém, ser um membro fiel e benquisto por todos, revertendo o quadro anterior quando era um perseguidor da Igreja.  Mas Paulo vai além e prega o evangelho aonde a rejeição e a hostilidade era uma certeza, não pensando nos riscos que iria correr, nos perigos que teria de enfrentar, nas situações embaraçosas que poderiam ocorrer...
Hoje, para falar de Jesus e do seu evangelho, fora da Igreja, é preciso pensar duas vezes para não cair no ridículo, já soube de irmãos evangélicos que perderam até o emprego por causa do seu testemunho no ambiente de trabalho, o mesmo vi ocorrer com católicos, que tiveram de mudar de opinião e calarem a boca diante de certas Verdades Cristãs não aceitas pela Pós Modernidade. Já vi político cristão abrir mão do seu testemunho, para satisfazer as regras do seu partido, porque pleiteava uma carreira política.
A verdade é que nós aqui do Segundo Milênio da Era Cristã, estamos no mesmo barco de Paulo, esse grande Apóstolo que a Igreja hoje celebra, ou arriscamos tudo e vamos pescar em águas profundas e perigosas onde os peixes são grandes e mais abundantes, ou ficaremos eternamente pescando na beira do rio, pegando de vez em quando algum lambarizinho e alardeando que pegamos uma "Baleia".
Peçamos a São Paulo que nos dê coragem, força e ousadia, para levarmos o evangelho aos ouvidos dos que não querem ouvi-lo, o apóstolo não botava Fé na sua sabedoria e conhecimento, mas fez tudo isso porque acreditou piamente que a Graça de Deus nunca lhe faltaria...
São Paulo Apóstolo, Rogai por todos nós!

2. Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa-Nova a toda criatura! - Mc 16,15-18
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

“Vão pelo mundo todo, proclamem o Evangelho a toda criatura.” Jesus deu aos apóstolos esse mandato, e eles saíram pregando por toda parte. O Senhor agia com eles e confirmava a Palavra por meio dos sinais que a acompanhavam. Mais tarde, como verdadeiro convertido, surgirá Paulo, disposto a pôr em prática a determinação do Senhor. Para ele, anunciar o Evangelho não foi título de glória, foi antes uma necessidade. “Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!”, escreveu aos coríntios. E aos romanos disse que, “na força do Espírito de Deus, desde Jerusalém e arredores até a Ilíria, levei a termo o anúncio do Evangelho de Cristo”. Antes um perseguidor, agora um convertido, que, ao experimentar a verdade de Cristo, se torna missionário entusiasta da causa abraçada. A Igreja de Jesus é santa e pecadora, pecadora por ser humana e santa por se converter continuamente movida pela graça. Sempre é tempo de formar com Paulo uma Igreja de convertidos. Se erramos no passado, Deus nos concede tempo de conversão para não darmos vitória ao demônio, desistindo ou desanimando, e para glorificarmos a Deus com o bem que ainda podemos fazer. Paulo tinha consciência de ser o menor dos apóstolos por ter perseguido a Igreja, mas afirmava com humilde convicção: “Pela graça de Deus sou o que sou, e sua graça a mim dispensada não foi estéril”.
Fonte: NPD Brasil em 25/01/2021

HOMILIA

IDE PELO MUNDO INTEIRO

Estamos perante um acréscimo tardio (Mc 16,9-20) ao evangelho de Marcos. Pode-se perceber que, na liturgia, foi associado à festa da conversão de São Paulo que celebramos hoje, por dois aspectos: pelo caráter essencialmente missionário do texto e pela alusão ao "pegar em serpentes" como sinal do sucesso na missão, conforme o acontecido com Paulo por ocasião do naufrágio em Malta, segundo a narrativa que se encontra em Atos dos Apóstolos (At 28,3-6). O que destaca no texto é a dimensão do poder como sendo a grande característica da missão.
O Evangelho de hoje nos conduz a uma vida nova em função da missão. Pouco antes de subir aos céus Jesus deixou para todos nós o mandado de anunciar o Seu Evangelho. E foi este o recado que Ele nos mandou por meio dos Seus apóstolos: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!” Este som ainda ecoa dentro do coração daqueles que crêem na Palavra de Deus. Jesus nos dá garantia para o sucesso da nossa missão quando diz: “quem crer e for batizado será salvo!” Não precisamos fazer muitas coisas nem realizar muitas obras, mas apenas crer e dar testemunho da ação do Espírito Santo na nossa vida! Foi para isto que nós fomos chamados, e esta é a nossa missão de batizados. Quando nós fazemos esta experiência de anunciar o Evangelho nós constatamos realmente os sinais que nos acompanham por força da nossa Fé em Jesus. Expulsar demônio, falar novas línguas, pegar em serpentes, beber veneno, curar doentes, significa para nós a força milagrosa que o Amor de Deus realiza em função do nosso anúncio. Estes sinais acontecem na nossa vida e na vida daqueles a quem nós anunciamos Jesus, quando desafiamos as dificuldades, a doença, a morte, a tristeza com a esperança, com a alegria, com o poder de Cristo ressuscitado. Quanta mudança, quanta transformação, quanta conversão nós verificamos quando falamos a nova linguagem do Amor de Deus! Os demônios que perseguem a humanidade se rendem quando nós tudo fazemos por amor a Jesus! O pecado, veneno mortal, não consegue mais ter força sobre aqueles que nos escutam falar em Nome de Jesus! É esta a nossa missão: o mundo inteiro é o lugar onde estivermos e toda criatura são todos aqueles a quem nós podemos testemunhar os prodígios de Jesus. Os sinais nos acompanharão se formos obedientes ao Seu mandado. Enviados pelo poder que Jesus recebeu do Pai, os apóstolos deveriam partir, dispostos a caminhar por todas as estradas do mundo, e a anunciar a Boa Nova da salvação a quantos encontrassem. Ninguém podia ser deixado de lado, pois a salvação é um direito de todos.
O sinal de adesão a Jesus dar-se-ia no batismo feito “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Seria a forma de vincular toda a humanidade com o Pai, por meio de Jesus, na força do Espírito Santo. Desta comunhão de amor deveria surgir uma humanidade nova, fundada na filiação divina e na fraternidade.
Os apóstolos tinham como tarefa levar os novos discípulos a pautar suas vidas pelos ensinamentos do Mestre. Nada de novas doutrinas! Bastaria ensinar os batizados a observar tudo quanto Jesus lhes havia ensinado: nada mais do que amar a Deus e ao próximo, como fora explicitado no Sermão da Montanha.
Uma certeza deve nos animar: o Ressuscitado está para sempre junto de nós, incentivando-nos a ser fiéis à missão. Portanto, nada de nos deixar abater pela grandiosidade e pelas exigências da tarefa recebida.
Tu já percebeste estes sinais na sua vida? – já usas nos teus relacionamentos a linguagem do amor? – Qual é o maior veneno para a humanidade, hoje? – Qual será o teu antídoto? – O teu testemunho tem convertido alguém? – Os milagres que acontecem na tua vida, os tens propagado? – O que tens esperado acontecer para assumir a missão que o Senhor te destinou? – O que tens deixado para depois? – Depois de que? – Quando? – Aonde? Lança-te para a missão pela qual Jesus te envia.
Senhor Jesus, contemplando tua ascensão para junto do Pai, assumo a tarefa de levar, ao mundo inteiro e a toda criatura, a mensagem do teu Evangelho.
Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
Fonte: Liturgia da Palavra em 25/01/2014

REFLEXÕES DE HOJE

25 de JANEIRO

Fonte: Liturgia Diária Comentada2 em 25/01/2014

HOMILIA DIÁRIA

Na dor lembre que Cristo prometeu estar conosco até o fim dos tempos

Postado por: homilia
janeiro 25th, 2012

Celebramos hoje com toda a Igreja a conversão de São Paulo apóstolo, o grande missionário que levou o Evangelho a diversos cantos do mundo, saindo dos limites da Terra Santa, fundando, formando e orientando comunidades cristãs. É conhecida sua mudança de vida: de perseguidor do Evangelho de Cristo a grande evangelizador das nações.
A questão central abordada no Evangelho de hoje é a do papel dos discípulos no mundo, após o retorno de Jesus ao encontro do Pai. O texto consta de três cenas: Jesus Ressuscitado define a missão dos discípulos; parte ao encontro do Pai; os discípulos partem ao encontro do mundo a fim de concretizar a missão que Cristo Ressuscitado lhes havia confiado.
Na primeira cena (vers. 15-18), Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos, acorda-os da letargia em que se tinham instalado e define a missão que, doravante, eles seriam chamados a desempenhar no mundo.
A primeira nota do envio e do mandato que Jesus dá aos discípulos é a da universalidade. A missão deles destina-se a “todo o mundo” e não se deve deter diante de barreiras raciais, geográficas ou culturais. A proposta de salvação feita pelo Senhor e que os discípulos devem testemunhar destina-se a toda a terra.
Depois, o Senhor define o conteúdo do anúncio: o Evangelho. O que é o Evangelho? No Antigo Testamento, essa palavra está ligada à “Boa Notícia [Boa Nova]” da chegada da salvação para o povo de Deus. Depois, na boca de Jesus, a palavra “Evangelho” designa o anúncio de que o “Reino de Deus” chegou à vida dos homens, trazendo-lhes a paz, a libertação, a felicidade. Para os catequistas das primeiras comunidades cristãs, o Evangelho é o anúncio de um acontecimento único, capital, fundamental: em Jesus Cristo, Deus veio ao encontro dos homens, manifestou-lhes o Seu amor, inseriu-os na Sua família, convidou-os a integrar a comunidade do Reino, ofereceu-lhes a vida definitiva. Tal é o único e exclusivo Evangelho que muda o curso da história e transforma o sentido e os horizontes da existência humana.
O anúncio do Evangelho obriga os homens a uma opção. Quem aderir à proposta que Jesus faz, chegará à vida plena e definitiva (quem acreditar e for batizado será salvo); mas quem recusar essa proposta, ficará à margem da salvação (quem não acreditar será condenado – vers. 16).
O anúncio do Evangelho que os discípulos são chamados a fazer vai atingir não só os homens, mas toda criatura. Muitas vezes, o homem, guiado por critérios de egoísmo, de cobiça e de lucro, explora a criação, destrói este mundo “bom” e harmonioso que Deus criou. Mas a proposta de salvação apresentada por Deus Pai destina-se a transformar o coração do homem, eliminando o egoísmo e a maldade. Ao transformar o coração do homem, o Evangelho, apresentado pelo Senhor e anunciado pelos discípulos, vai propor uma nova relação do homem com todas as outras criaturas – uma relação não mais marcada pelo egoísmo e pela exploração, mas pelo respeito, pela paz e pelo amor. Dessa forma, nascerá uma nova humanidade e uma nova natureza.
A presença da salvação de Deus no mundo tornar-se-á uma realidade por meio dos gestos dos discípulos de Jesus. Comprometidos com Cristo, os discípulos vencerão a injustiça e a opressão, “expulsarão os demônios em meu nome”, serão arautos da paz e do entendimento dos homens, “falarão novas línguas”, levarão a esperança e a vida nova a todos os que sofrem e que são prisioneiros da doença e do sofrimento. Quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados; e, em todos os momentos, Jesus estará com eles, ajudando-os a vencer as contrariedades e as oposições.
Na segunda cena (vers. 19), Jesus sobe ao céu e senta-se à direita de Deus Pai. A elevação de Jesus ao céu (ascensão) é uma forma de sugerir que, após o cumprimento da Sua missão no meio dos homens, Cristo Ressuscitado foi ao encontro do Pai e reentrou-se na comunhão d’Ele.
A intronização de Jesus “à direita de Deus” mostra, por sua vez, a veracidade da proposta de Cristo. Na concepção dos povos antigos, aquele que se sentava à direita de Deus era um personagem distinto a quem o monarca queria honrar de forma especial. Jesus, porque cumpriu com total fidelidade o projeto de Deus para os homens, é honrado pelo Pai e se senta à Sua direita. A proposta que Jesus apresentou – e que os discípulos acolheram e vão ser chamados a testemunhar no mundo – não é uma aventura sem sentido e sem saída, mas é o projeto de salvação que Deus quer oferecer aos homens.
Na terceira cena (vers. 20), descreve-se, resumidamente, a ação missionária dos discípulos: eles partiram a pregar, ou seja, anunciar, com palavras e gestos concretos, essa vida nova que Deus ofereceu aos homens por intermédio de Jesus Nazareno por toda a parte, propondo a todos eles, sem exceção, a proposta salvadora de Deus Todo-poderoso.
O autor desta catequese assegura aos discípulos que eles não estão sozinhos ao longo dessa missão. Jesus, vivo e ressuscitado, está com eles, coopera com eles e manifesta-se ao mundo nas palavras e nos gestos dos discípulos.
É um tremendo desafio testemunhar, hoje, no mundo, os valores do Reino dos Ceús, visto que estes, muitas vezes, estão em contradição com aquilo que o mundo defende e considera como prioridade da vida. Com frequência, os discípulos de Jesus são objeto da zombaria e do escárnio dos homens, porque insistem em testemunhar que a felicidade está no amor, na fé, na paz e no dom da vida. Com frequência, os discípulos de Cristo são apresentados como vítimas de uma máquina de escravidão, que produz escravos, alienados, vítimas do obscurantismo, porque insistem em testemunhar que a vida plena está no perdão, no serviço, na entrega da vida.
O confronto com o mundo gera, muitas vezes, desilusão, sofrimento e frustração nos discípulos. Nos momentos de decepção e de desilusão convém recordar-se das palavras de Jesus: “Eu estarei convosco até ao fim dos tempos”. Esta certeza deve alimentar a coragem com que testemunhamos aquilo em que acreditamos.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Canção Nova em 25/01/2012

HOMILIA DIÁRIA

Com coragem testemunhemos aquilo em que acreditamos

Postado por: homilia
janeiro 25th, 2013

Celebramos hoje com toda a Igreja a conversão de São Paulo apóstolo, o grande missionário que levou o Evangelho para todos os cantos do mundo, fundando, formando e orientando comunidades cristãs. Sabemos de sua mudança de vida: de perseguidor do Evangelho de Cristo crucificado a redentor da humanidade.
A questão central abordada no Evangelho de hoje é a do papel dos discípulos no mundo, após a partida de Jesus ao encontro do Pai. O texto consta de três cenas: Jesus ressuscitado define a missão dos discípulos; parte ao encontro do Pai; os discípulos partem ao encontro do mundo, a fim de concretizar a missão que Jesus lhes confiou.
Na primeira cena (vers. 15-18), Jesus ressuscitado aparece aos discípulos, acorda-os da letargia em que se tinham instalado e define a missão que, doravante, eles serão chamados a desempenhar no mundo.
A primeira nota do envio e do mandato que Jesus dá aos discípulos é a da universalidade. A missão deles destina-se a “todo o mundo” e não deverá deter-se diante de barreiras raciais, geográficas ou culturais. A proposta de salvação que Jesus fez e que os discípulos devem testemunhar, destina-se a toda a terra.
Depois, Jesus define o conteúdo do anúncio: o Evangelho. O que é o Evangelho? No Antigo Testamento, essa palavra está ligada à “boa notícia” da chegada da salvação para o povo de Deus. Depois, na boca de Jesus, a palavra “Evangelho” designa o anúncio de que o “Reino de Deus” chegou à vida dos homens, trazendo-lhes a paz, a libertação, a felicidade.
Para os catequistas das primeiras comunidades cristãs, o Evangelho é o anúncio de um acontecimento único, capital, fundamental: em Jesus Cristo, Deus veio ao encontro dos homens, manifestou-lhes o Seu amor, inseriu-os na sua família, convidou-os a integrar a comunidade do Reino, ofereceu-lhes a vida definitiva. Tal é o único e exclusivo Evangelho que muda o curso da história e transforma o sentido e os horizontes da existência humana.
O anúncio do Evangelho obriga os homens a uma opção. Quem aderir à proposta que Jesus faz, chegará à vida plena e definitiva (quem acreditar e for batizado será salvo); mas quem recusar essa proposta, ficará à margem da salvação (quem não acreditar será condenado – vers. 16).
O anúncio do Evangelho que os discípulos são chamados a fazer vai atingir não só os homens, mas toda criatura. Muitas vezes, o homem, guiado por critérios de egoísmo, de cobiça e de lucro, explora a criação, destrói esse mundo “bom” e harmonioso que Deus criou. Mas a proposta de salvação que Deus apresenta, destina-se a transformar o coração do homem, eliminando o egoísmo e a maldade.
Ao transformar o coração do homem, o Evangelho, apresentado por Jesus e anunciado pelos discípulos, vai propor uma nova relação do homem com todas as outras criaturas – uma relação não mais marcada pelo egoísmo e pela exploração, mas pelo respeito e pelo amor. Dessa forma, nascerá uma nova humanidade e uma nova natureza.
A presença da salvação de Deus no mundo tornar-se-á uma realidade através dos gestos dos discípulos de Jesus. Comprometidos com Cristo, os discípulos vencerão a injustiça e a opressão, “expulsarão os demônios em meu nome”, serão arautos da paz e do entendimento dos homens, “falarão novas línguas”, levarão a esperança e a vida nova a todos os que sofrem e que são prisioneiros da doença e do sofrimento. Quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados; e, em todos os momentos, Jesus estará com eles, ajudando-os a vencer as contrariedades e as oposições.
Na segunda cena (vers. 19), Jesus sobe ao céu e senta-se à direita de Deus. A elevação de Jesus ao céu (ascensão) é uma forma de sugerir que, após o cumprimento da sua missão no meio dos homens, Jesus foi ao encontro do Pai e reentrou-se na comunhão d’Ele.
A entronização de Jesus “à direita de Deus” mostra, por sua vez, a veracidade da proposta de Jesus. Na concepção dos povos antigos, aquele que se sentava à direita de Deus era um personagem distinto que o rei queria honrar de forma especial. Jesus, porque cumpriu com total fidelidade o projeto de Deus para os homens, é honrado pelo Pai e sentado à sua direita. A proposta que Jesus apresentou e que os discípulos acolheram e vão ser chamados a testemunhar no mundo, não é uma aventura sem sentido e sem saída, mas é o projeto de salvação que Deus quer oferecer aos homens.
Na terceira cena (vers. 20), descreve-se, resumidamente, a ação missionária dos discípulos: eles partiram a pregar, ou seja, anunciar, com palavras e gestos concretos, essa vida nova que Deus ofereceu aos homens através de Jesus por toda a parte, propondo a todos eles, sem exceção, a proposta salvadora de Deus.
O autor desta catequese assegura aos discípulos que eles não estão sozinhos ao longo desta missão. Jesus, vivo e ressuscitado, está com eles, coopera com eles e manifesta-se ao mundo nas palavras e nos gestos dos discípulos.
A Igreja (a comunidade dos discípulos, reunida à volta de Jesus, animada pelo Espírito) é, essencialmente, uma comunidade missionária, cuja missão é testemunhar no mundo a proposta de salvação e de libertação que Jesus veio trazer aos homens.
É um tremendo desafio testemunhar, hoje, no mundo, os valores do “Reino” (esses valores que, muitas vezes, estão em contradição com aquilo que o mundo defende e que o mundo considera serem as prioridades da vida). Com frequência, os discípulos de Jesus são objeto da irrisão e do escárnio dos homens, porque insistem em testemunhar que a felicidade está no amor e no dom da vida. Com frequência, os discípulos de Jesus são apresentados como vítimas de uma máquina de escravidão, que produz escravos, alienados, vítimas do obscurantismo, porque insistem em testemunhar que a vida plena está no perdão, no serviço, na entrega da vida.
O confronto com o mundo gera, muitas vezes, desilusão, sofrimento e frustração nos discípulos. Nos momentos de decepção e de desilusão, convém recordar-se das Palavras de Jesus: “Eu estarei convosco até ao fim dos tempos”. Esta certeza deve alimentar a coragem com que testemunhamos aquilo em que acreditamos.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Canção Nova em 25/01/2013

HOMILIA DIÁRIA

Nosso coração, inquieto, só encontrará refúgio em Deus

Que o apóstolo São Paulo nos ajude a amar e nos encontrarmos cada vez mais com Jesus!

”Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’” (At 22,7).

A Igreja celebra hoje o dia da conversão do apóstolo Paulo, o modelo e o exemplo de todos aqueles que se convertem a Cristo Jesus Nosso Senhor. A leitura dos Atos dos Apóstolos, no capítulo nove, começa nos dizendo que Paulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor.
Paulo não conhecia Jesus, por isso tinha preconceito, rejeição e até ódio àquilo que Cristo fazia e aos seguidores d’Ele. Os seguidores de Jesus estão representados, aí, formando a Igreja; a Igreja é o próprio Jesus no meio da humanidade. Paulo, um bom judeu como era, fariseu de excelente formação religiosa, não tinha nenhum respeito [pelos seguidores de Jesus]; o que ele tinha era ”ódio” para com os seguidores de Jesus.
Até o próprio dia em que o Senhor se manifestou a Saulo e, lá no fundo da sua alma, foi lançada aquela grande questão, que foi decisiva para a conversão do apóstolo: ”Saulo, Saulo, por que me persegues?”.
Meus irmãos e irmãs, a Igreja de Jesus é perseguida desde a morte de Seu Senhor. Ele morreu porque foi perseguido e morto em uma cruz; com exceção do apóstolo João, todos os apóstolos morreram, porque foram perseguidos por causa do nome de Jesus.
Ser seguidor de Jesus representa também ser perseguido, não aceito, não amado, não compreendido! A presença de Jesus causa inquietação, a presença de Jesus mexe com os corações e, por isso, muitas vezes, Cristo não é aceito!
Hoje no mundo em que vivemos milhares de cristãos, mundo afora, estão morrendo por ódio e por perseguição em vários cantos deste planeta. No meio de nós a doutrina cristã é, muitas vezes, rejeitada, perseguida, não aceita. Da mesma forma, os preceitos cristãos são, muitas vezes, perseguidos e não aceitos por até quem se diz ”cristão”, porque parece duro, inconveniente, não de acordo com o pensamento moderno, com aquilo que é a mensagem de Jesus.
Não dá para separar Jesus da Sua mensagem, não dá para separar Jesus do Seu Evangelho; não dá para separar o cristão do Cristo e, o Cristianismo do seguimento do Senhor da Vida.
Aquele que se dispõe a seguir Jesus precisa estar disposto também, muitas vezes, a não ser amado nem compreendido pelo mundo em que vivemos. A insistência dos apóstolos da comunidade cristã primitiva, o fervor na oração, o exemplo de vida, o testemunho do amor apaixonado por Jesus Cristo, tudo isso foi causa de conversão de muitos, inclusive do próprio apóstolo Paulo, que de ”perseguidor passa a ser perseguido” por causa da Palavra de Deus.
Que o apóstolo São Paulo rogue por todos os cristãos que são perseguidos no mundo inteiro. Que o apóstolo São Paulo nos ajude a amar e nos encontrarmos cada vez mais com Jesus!
Que Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 25/01/2014

HOMILIA DIÁRIA

Abramos nosso coração para a conversão

Conversão é, acima de tudo, saber submeter-se à vontade de Deus

“Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’ Eu perguntei: ‘Quem és tu, Senhor?’ Ele me respondeu: ‘Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu estás perseguindo’” (At 22,7-8).

Paulo era um homem muito religioso, de formação e descendência judaica; era fariseu, tinha o conhecimento da lei divina, era de uma formação muito apurada, um grande conhecedor da lei divina, da Palavra de Deus que lhe foi comunicada desde criança. Era um homem da religião, por isso perseguia aqueles que eram seguidores de Jesus.
Por que Paulo fazia isso? Porque era um religioso, mas um religioso cego, ou ainda, tinha uma visão distorcida para a graça de Deus.
Quando olho para o exemplo dele, fico pensando em todos nós. Às vezes, estamos imaginando que a conversão, a grande mudança de vida acontece somente com as pessoas que vivem os pecados do mundo, as pessoas que não têm religião e passam a tê-la, as pessoas que não creem em Deus e passam a acreditar n’Ele. As pessoas que vivem uma religião frívola, mais ou menos.
Não! O recado da conversão de Paulo é para todos nós pessoas religiosas, homens e mulheres de Deus. Precisamos abrir a mente e o coração para que a luz do Céu entre, para que a luz de Deus nos converta e nos convença de que a dinâmica do Reino, a Boa Nova está acontecendo no meio de nós.
Muitas vezes, fazemos muita coisa para Deus, anunciamos o Seu Reino aqui e acolá, mas não estamos perseguindo em Jesus, na Sua obra, não estamos seguindo a Sua vontade.
O que é a vontade de Jesus? Não somos nós quem determinamos a vontade de Jesus, é Ele quem nos orienta e, muitas vezes, até aquilo que queremos fazer para Deus não é o que Ele quer que façamos.
Se não tivermos docilidade ao Espírito, se não tivermos essa abertura para a graça de Deus, vamos fazer muitas coisas para Ele, mas não com Ele.
Você vai ver, na trajetória da conversão de Paulo, que a grande conversão da vida dele é se fazer um homem submisso ao Espírito Santo. O quanto o Espírito Santo vai lapidando, transformando, mudando e convencendo Paulo, porque ele tem um temperamento muito forte, é uma pessoa muito decidida e impetuosa. Aquilo que ele colocou no coração, corre atrás para fazer. Eu acho espetacular quando vejo Paulo planejando ir para a Ásia ou para outro lugar, mas o Espírito Santo o impede de ir.
Só uma pessoa que se converte, a cada dia, pode compreender que Deus nos leva e nos traz, Ele nos manda e nos puxa, porque não somos nós quem determinamos a vontade d’Ele, mas é essa vontade que ilumina aquilo que devemos fazer.
Paulo caiu por terra e deixou que a luz de Cristo abrisse seus olhos e o convertesse de fato, rendendo-se a Jesus e ao poder do Espírito.
Precisamos, a cada dia, cair por terra, humilharmo-nos, colocarmo-nos debaixo da mão poderosa de Deus, para que Ele nos converta, convença e nos tire até mesmo das coisas que achamos que são boas, mas não é o que Deus deseja para nós.
Conversão é, acima de tudo, saber submeter-se à vontade de Deus.
Que o Senhor abençoe você
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Caão Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.

HOMILIA DIÁRIA

Um convertido deixa-se iluminar por Jesus

Um convertido é aquele que coloca-se de joelho, é alguém que coloca-se aos pés de Jesus

“De repente uma grande luz que vinha do céu brilhou ao redor de mim. Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?(At 22,6-7).

Hoje celebramos a conversão do apóstolo Paulo. Ele mesmo testemunha que perseguia até à morte aqueles seguiam o caminho; ele prendia homens, mulheres e os jogavam na prisão, porque seguiam o caminho. Que caminho? O caminho da vida, da salvação, o caminho que Jesus nos abriu e Ele mesmo disse: “Eu sou o caminho, eu sou a vida”.
Quando Paulo perseguia os seguidores de Jesus, quando ele prendia e levava até à morte aqueles que estavam no caminho de Jesus, como Estêvão, ele estava, na verdade, perseguindo o próprio Jesus, estava opondo-se a Ele, e depois, veio a tornar-se o maior convertido de todos os tempos.
Paulo já era um homem adulto, muito convicto, com uma cabeça muito fechada, muito centrada, muito certo de que a mensagem do Evangelho não era de Deus e, por isso, perseguia. Mas Paulo não refletia, não caiu em si, deixou-se levar por uma obsessão, por uma convicção e não permitiu que a luz de Deus entrasse em seu coração.
Só há conversão verdadeira quando nos abrimos à reflexão, à serenidade, para deixar que caiam as escamas dos nossos olhos e, assim, vermos o que não conseguimos.
A luz de Deus quer entrar no nosso interior, para nos dar convicções que, muitas vezes, não temos. Fomos ao longo do tempo aprendendo coisas, abraçando certas verdades, e não nos abrimos para a verdade que é Jesus.
Converte-se é colocar-se sempre aos pés de Jesus, é sempre cair por terra. Um convertido é aquele que coloca-se de joelho, é alguém que coloca-se aos pés de Jesus. Um convertido não é aquele que sabe falar bem, tem muitas convicções, prega o tempo inteiro, e sim, aquele que deixa-se iluminar por Jesus a cada dia de sua vida.
Paulo era um homem muito religioso, mas não era um homem convertido. Não basta ser religioso, é preciso deixar-se converter a cada dia pela luz de Deus, aquela que ilumina o nosso coração, a nossa mente e as nossas convicções.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 25/01/2018

HOMILIA DIÁRIA

Deixe-nos Deus converter o nosso coração

Dentro de cada um de nós existe um Saulo, aquele homem velho, que não se deixa converter por Deus e que não aceita ser contradito por ninguém

“’Saulo, Saulo, por que me persegues?’ Eu perguntei: ‘Quem és tu, Senhor?’ Ele me respondeu: ‘Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu estás perseguindo’” (At 22,7-8).

Um homem religioso como Saulo, formado na melhor escola judaica, conhecedor das leis, dos princípios divinos, cai por terra e toma consciência que ele perseguia o Evangelho em vez de abraçá-lo.
Quando olho para a conversão de Saulo, peço a Deus a graça de colocar a minha barba de molho, colocar o meu coração em espírito de alerta, colocar a minha mente no estado de exame de consciência, para que eu reveja os meus atos, as minhas atitudes, afinal de contas, eu sou um homem religioso, padre há alguns anos, batizado desde criança, crismado, fiz primeira comunhão.
Se formos olhar para todos os títulos religiosos que temos, vamos ver que somos pessoas religiosas, amamos ou perseguimos o Evangelho. O coração vai sempre nos dizer que amamos o Evangelho, mas nem sempre as atitudes confessam isso. Nós, muitas vezes, massacramos o Evangelho com os nossos contra-testemunhos.
Paulo tinha um ímpeto temperamental fortíssimo e esse ímpeto temperamental não permitia que ele enxergasse a verdade, pelo contrário, tornava-o até cego, escurecia a sua visão. Era tão convencido de si mesmo, tão convencido daquilo que ele conhecia e sabia, que ele não se permitia conhecer mais nada. Pelo contrário, ele perseguia, apedrejava e matava quem se opusesse às suas convicções.
Dentro de cada um de nós existe um Saulo, aquele homem velho, que não se deixa converter por Deus e que não aceita ser contradito nem questionado por ninguém. Ele não aceita, de forma nenhuma, quem pensa diferente, quem fala diferente dele. É aquele Saulo, aquele homem fechado nas suas ideias e convicções, sobretudo, as ideias religiosas que o levam a perseguir, a criticar quem pensa ou faz diferente de dele.
Hoje, eu quero olhar para Saulo, o homem velho, para que ele me mostre o Paulo, o homem novo e convertido, o homem que caiu com a sua mente por terra para enxergar a verdade da luz.
Quero pedir a Jesus, que na estrada de Damasco se mostrou a Saulo, mostre-se a nós, que nos mostre onde erramos, onde pecamos, onde estamos fechados no nosso orgulho, na nossa autossuficiência, e não nos convertemos a cada dia.
Na festa da conversão de Saulo, peço a Deus a graça da conversão da minha vida.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 25/01/2019

HOMILIA DIÁRIA

Nos purifiquemos para ouvirmos somente a voz de Deus

“‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’ E Saulo perguntou: ‘Quem és tu, Senhor?’ Ele me respondeu: ‘Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu estás perseguindo’. Meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz que me falava” (At 22,7-9).

Na leitura dos Atos dos Apóstolos de hoje, é Saulo quem narra a sua própria conversão a Deus, pois foi quando a graça de Deus veio ao seu encontro e o salvou e o libertou.
Paulo, esse que é a coluna da Igreja junto com Pedro, o veneramos por tudo aquilo que fez no seio do cristianismo. Ele era um homem muito religioso, conhecedor da lei divina, conhecedor da graça de Deus, mas não era um convertido.
O grande mal da religião é fazer pessoas religiosas, mas nem sempre convertidas. Não basta ser religioso, porque, têm muitos de nós com princípios religiosos bons, conhecimentos doutrinários maravilhosos, mas não são convertidos a Jesus. Somos convertidos “a nós”, isto é, ao que achamos, ao que pensamos, e não a luz de Jesus. Por isso, tem duas coisas importantes agindo para mudar a vida e a direção de Saulo que, então, vai tornar-se Paulo, o apóstolo a quem amamos e admiramos.
Primeiro, é a luz da graça. Muitas vezes, a graça de Deus está ofuscada dentro de nós, caminhamos com luz própria, seguimos a luz das nossas convicções, seguimos a direção que nós queremos dar para as coisas, manuseamos a Palavra de Deus de acordo com os nossos critérios, ou seja, deixamos o seguimento de Deus e da religião ser de acordo com o nosso critério. Mas nós não somos a graça e ela nem está sobre nós para que possamos manuseá-la de acordo com o que queremos.
A graça é Jesus! A graça é Deus! É essa graça que precisa estar sempre agindo em nós para iluminar a nossa alma de tantas coisas obscuras do próprio coração. Você vai ver que, depois de tantos anos seguindo a Deus, participando da Igreja, de encontros, tendo momentos de muitas “luzes” em nossa vida, nós precisamos das graças todos os dias para nos converter.

O que é a voz de Deus? É a voz que cala os barulhos da alma e do coração

A segunda graça que Paulo teve foi a voz que falou a ele (…): a voz do interior, da alma, do coração que dá a direção para a vida. É necessário nos purificarmos das vozes humanas que gritam em nós e as transformamos em vozes divinas (quando dizemos que é Jesus quem está falando, mas, na verdade, somos nós mesmos) para, então, entrar naquele profundo silêncio da alma, do espírito, da serenidade do coração para que somente a voz de Deus fale em nós.
O que é a voz de Deus? É a voz que cala os barulhos da alma, do coração. O que é a voz de Deus? É a voz que cala as coisas que estão borbulhando e agitadas dentro de nós. O que é a voz de Deus? É a voz que nos converte a cada dia, que nos ajuda a deixarmos o orgulho, a soberta, a “cairmos do cavalo” para que a graça d’Ele nos levante.
Que a conversão de Paulo nos inspire a nos convertermos a cada dia da nossa vida!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 25/01/2020

HOMILIA DIÁRIA

Deus nos chama à conversão

“Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’ Eu perguntei: ‘Quem és tu, Senhor?’ Ele me respondeu: ‘Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu estás perseguindo’” (At 22,7-8).

Hoje, celebramos a conversão do apóstolo Paulo. Talvez, uma das conversões mais importantes da história da fé e da salvação, porque a conversão de um homem religioso não é muito simples. Às vezes, é mais fácil se converter um ateu e pecador, mas a conversão de uma pessoa religiosa, convicta, uma pessoa que acha que sabe e conhece tudo, a conversão de uma pessoa que se acha proprietária de Deus, da Lei de Deus, das coisas de Deus, é muito difícil. É realmente uma graça sublime do Céu para “derrubar por terra” aquela pessoa ou aquela situação.
Por isso, a conversão de Paulo deve ser uma inspiração para cada um de nós. Porque, se estamos ouvindo agora essa palavra, é porque somos pessoas religiosas. E o perigo é sermos aquelas pessoas religiosas que já se sentem totalmente convertidas, e pessoas que se sentem convertidas são pessoas duras, e em pessoas duras, a Palavra do Evangelho é difícil de penetrar, porque ela já sabe tudo, conhece tudo, ela já se acha mestre, ela que tem que mostrar o que é certo e errado.

Permitamos que a conversão de Paulo seja sempre um alento para nos convertermos a cada dia

Toda conversão só é verdadeira quando caímos por terra. E, quando caímos por terra, os nossos olhos, num primeiro momento, se fecham para se abrirem para uma luz nova, a luz que, muitas vezes, não enxergamos porque estamos seguindo de uma forma tão única na vida que não conseguimos enxergar o que é essencial e fundamental.
Saulo caiu por terra e aquilo que ele achava que fazia para Deus, achava que era aplaudido por Deus, era, na verdade, reprovado. Paulo perseguia os cristãos, perseguia aqueles que andavam no caminho da salvação. Por isso, que quando ele pergunta: “Quem és tu?”. Aquela voz que ele chama pelo nome, responde: “Eu sou Jesus, a quem tu estás perseguindo”.
Meus irmãos, é preciso ouvir a voz de Jesus, é preciso se converter para Jesus a cada dia. É preciso abaixar a cabeça, é preciso prostrar-se por terra e ouvir novamente uma voz, porque perseguimos, muitas vezes, os irmãos, perseguimos quem pensa diferente de nós, nós nos fechamos em nossas redomas de vidro, nós nos fechamos em nosso mundo e em nosso coração, quando, na verdade, Deus nos chama à conversão.
Permitamos que a conversão de Paulo seja sempre um alento para nos convertermos a cada dia.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 25/01/2021

HOMILIA DIÁRIA

Deixe o Evangelho de Cristo transformar a sua vida

“Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado” (Marcos 16,15-16).

Hoje, a Igreja celebra a conversão de São Paulo. A palavra “conversão” vem do grego “metanoia”, uma mudança de mentalidade, ou seja, ir além da própria ideia de si mesmo, dos outros e até de Deus, ir além. Isso não é só uma questão de racionalidade, não é mudança de mentalidade no sentido de ideias, é questão de todo ser, da pessoa inteira, todo o seu ser deve se voltar para uma nova direção. É por isso que a conversão precisa partir de dentro. É claro que existem obras exteriores da conversão, por exemplo: o abandono de um vício, de um comportamento, de uma atitude, de um estilo de vida.
Quando nós aderimos a Cristo, nós deixamos muitas coisas, muitas coisas exteriores, mas elas precisam vir de um movimento interior, algo precisa acontecer no coração, dentro. Nós deixamos alguma coisa porque nós encontramos o amor de Cristo na nossa vida. Foi assim que aconteceu com São Paulo, Saulo, como era chamado. Ele era como muitos que tinham olhos para ver, mas não viam; ouvidos para ouvir, mas não ouviam. Ele confiava em si mesmo, na sua justiça, era cego, e a única coisa que ele conseguia produzir era morte e perseguição contra os cristãos. Tanto que, no momento do seu encontro com Cristo, ele estava fazendo mais um ato de crueldade contra os cristãos.

Mesmo que seja para um só coração, mas que você anuncie o Evangelho para essa pessoa, e o Evangelho transforme a vida dela

Às vezes, Cristo chega assim na nossa vida, no momento em que nós estamos mergulhados no mais profundo dos nossos erros, dos nossos pecados. Talvez essa Palavra de hoje esteja chegando até o seu coração numa realidade assim, no momento em que você se encontra no chão, na vergonha de um pecado que você cometeu, no arrependimento amargo de ter feito alguma coisa… Cristo chega nesse momento! Eu diria: Cristo chegou na sua vida, Cristo encontrou você hoje!
O que Jesus não havia conseguido durante a sua vida na Terra – eu estava pensando: o jovem rico que não aceitou a proposta de Jesus; Simão, o fariseu; os chefes do povo que não aceitaram a proposta de Jesus –, o que Jesus não conseguiu com essas pessoas, Ele conseguiu, após a Sua Ressurreição, na vida de Paulo. Jesus conseguiu conduzir Paulo à verdadeira fé, Ele conseguiu batizá-lo na verdade; e olha que Jesus fez com que Paulo passasse de perseguidor a apóstolo da Sua Igreja! Foi, na verdade, um batismo no Espírito que Paulo viveu, uma passagem da Lei para a graça, da presunção, da auto-justificação para a liberdade do amor.
Por isso o imperativo que nós lemos no início do Evangelho de hoje: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”. As pessoas precisam conhecer o amor de Cristo, elas precisam saber o quanto elas são amadas, elas precisam ser libertas das suas prisões, dos seus pecados. Tem muita gente precisando conhecer Deus, tocar no amor d’Ele. Por isso o mandato de Cristo, que Ele faz através da Sua Igreja, é evangelizar os corações.
Talvez o seu mundo seja muito pequeno, seja uma aldeia, uma vila, uma cidade, um bairro, uma casa, uma família, uma pessoa. Não importa a extensão dessa evangelização, importa que você leve Cristo, mesmo que seja para um só coração, mas que você anuncie o Evangelho para essa pessoa e o Evangelho transforme a vida dela como transformou a vida de Paulo, como transformou a minha vida e a sua vida.
Sobre todos vós, a bênção do Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Donizete Ferreira
Sacerdote da Comunidade Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 25/01/2022

Oração Final
Pai Santo, que a fidelidade de Paulo, a coragem da conversão, a força da perseverança até o fim e o grande amor que dedicou à causa da evangelização nos motivem a seguir, com ele, o Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2013

Oração Final
Pai Santo, que chamaste Paulo para o anúncio do teu Reino, dá-nos seguir os passos do apóstolo com atual entusiasmo, as mesmas coragem e perseverança que o animaram. Nós queremos proclamar aos irmãos o teu Dom Maior – o Cristo Jesus, teu Filho Unigênito que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2014

Oração Final
Pai Santo, teu Filho, que se fez nosso Irmão, ensinou-nos que a volta ao Lar – o teu Reino de Amor – não é uma caminhada solitária, mas deve ser vivida em união com os irmãos que colocaste ao nosso lado, com generosidade e delicadeza. Ajuda-nos, Pai amado, a construir a Igreja – uma fraternidade de irmãos que se amam –, seguindo o exemplo do Cristo Jesus, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2017

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, que um dia escolheste Paulo para o apostolado em Tua Igreja, guia nossos passos para que, mirando o seu exemplo, vivamos seguindo o caminho de Jesus e um dia possamos repetir com Paulo: “Já não sou eu que vivo: é o Cristo que vive em mim!” Pelo mesmo Cristo Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2018

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, que a fidelidade de Paulo, a coragem da conversão, a força da perseverança até o fim e o grande amor que dedicou aos irmãos e à causa da evangelização nos motivem a seguir, como ele, o Cristo Jesus, teu Filho que se fez humano como nós e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2019

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, que chamaste Paulo para o anúncio do teu Reino, ajuda-nos a seguir os passos do Apóstolo com igual entusiasmo, a mesma coragem e com a perseverança que o animaram. Nós queremos proclamar aos irmãos o teu Dom Maior – o Cristo Jesus, teu Filho Unigênito que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2020

ORAÇÃO FINAL
Pai querido, nossos corações Te louvarão para sempre! Tu, que um dia escolheste Paulo para ser testemunha em tua Igreja, guia nossos passos para que, fiéis ao exemplo do Apóstolo, vivamos seguindo o Caminho de Jesus e, com certeza, nós possamos repetir com ele, cheios de Alegria: “Já não sou eu que vivo: é o Cristo que vive em mim!” Pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 25/01/2021

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