quinta-feira, 2 de julho de 2020

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 03/07/2020

ANO A


Jo 20,24-29

Comentário do Evangelho

Tomé não crê no testemunho dos discípulos.

Costumou-se, entre nós, rotular Tomé de o homem da dúvida, teimoso ou incrédulo. Mas a compreensão do relato de Tomé não pode ser prisioneira da tradição popular que, ainda que legítima, não faz jus à riqueza da perícope. Cremos que a seguinte pergunta pode nos ajudar a entrar na mensagem pretendida pelo autor do relato: Como se chega à fé em Jesus Cristo ressuscitado dentre os mortos? Tomé não crê no testemunho dos discípulos que fizeram a experiência de que Jesus ressuscitado estava presente no meio deles. Tomé tinha a pretensão de chegar à fé por si mesmo. Aí reside, de fato, o problema, pois a fé é, essencialmente, testemunho. Por isso, o Senhor repreende Tomé e, por ele, o seu Gêmeo, isto é, a comunidade cristã (vv. 27-29). É através do testemunho que se chega à fé e que se pode experimentar os frutos da ressurreição do Senhor. A fé é tradição e, como tal, supõe o dinamismo de recepção e transmissão. Dito em outras palavras, é preciso dar crédito ao testemunho para poder experimentar o que ele transmite.
Oração
Pai, não deixe a incredulidade contaminar o meu coração e me impedir de buscar um modo de ser, onde a vida e a esperança falem mais alto que a morte e o desespero.
Fonte: Paulinas em 03/07/2014

Vivendo a Palavra

«Meu Senhor e meu Deus!» É a expressão espontânea da certeza que nasce no incrédulo, quando testado pelo Senhor. É consolador para nós, de fé tão pequenina, mirar no exemplo de Tomé, que também duvidou, mas, depois disso, viveu a fidelidade até o martírio final pela causa do Reino de Deus Pai.
Fonte: Arquidiocese BH em 03/07/2014

VIVENDO A PALAVRA

Assim são os caminhos de Deus: o mesmo Tomé, aquele amigo e companheiro que duvidou e exigiu provas da ressurreição do Mestre, deixou-nos a expressão mais pura de adoração, a mesma que brota espontaneamente do nosso coração diante do Corpo de Cristo, o Pão Consagrado que quer ser nosso alimento: «Meu Senhor e meu Deus!»

REFLEXÃO

São Tomé, apóstolo. Dúvida de fé

Hoje, dedicamos a nossa atenção a Tomé. Sempre presente nas quatro listas contempladas pelo Novo Testamento. Muito conhecida e até proverbial é a cena de Tomé incrédulo, que aconteceu oito dias depois da Páscoa. Num primeiro momento, ele não tinha acreditado em Jesus que apareceu na sua ausência: «Se eu não vir..., não acredito».
No fundo, destas palavras sobressai a convicção de que Jesus já é reconhecível não tanto pelo rosto quanto pelas chagas. Tomé considera que os sinais qualificadores da identidade de Jesus são agora sobretudo as chagas, nas quais se revela até que ponto Ele nos amou.
O caso do Apóstolo Tomé é importante para nós pelo menos por três motivos: primeiro, porque nos conforta nas nossas inseguranças; segundo porque nos demonstra que qualquer dúvida pode levar a um êxito luminoso além de qualquer incerteza; e por fim, porque as palavras dirigidas a ele por Jesus nos recordam o verdadeiro sentido da fé madura e nos encorajam a prosseguir pelo nosso caminho de adesão a Ele.
Fonte Comentário: REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI) (Città del Vaticano, Vaticano)
Fonte: Liturgia da Palavra em 03/07/2014

Reflexão

Tomé é organizado e calculista, daqueles que não compram sem ver ou apalpar o produto. Fez parte do grupo dos doze apóstolos e foi aprendendo de Jesus a adaptar-se às circunstâncias conforme as necessidades do povo que o cercava. Tomé leva a fama de incrédulo, talvez por sua forte tendência a verificar a realidade. Entretanto, é ele quem, diante da evidência do Cristo ressuscitado, expressa uma das grandes profissões de fé, que continua ecoando até hoje nos lábios dos que creem: “Meu Senhor e meu Deus!”. E abre a ocasião para Jesus esclarecer como se dá o exercício da fé, isto é, deve-se acreditar sem ver: “Felizes os que não viram e acreditaram”. Não se conhecem as circunstâncias da vida de Tomé após Pentecostes. Acredita-se que tenha sido missionário na Índia, onde sofreu o martírio.
Oração
Ó Jesus, “meu Senhor e meu Deus”, desafias teu apóstolo Tomé, e todos a nós, a acreditar sem ter visto: “Felizes os que não viram e acreditaram”. Esta é a condição de todo cristão: crer no testemunho dos que conviveram contigo e por ti entregaram a própria vida. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

Recadinho

Em que consiste a fé? - Como fortaleço minha fé? - Procuro crer, mesmo sem ver? - Sou portador de paz? - Reze: Obrigado, Senhor. Fortalecei-me na fé!
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Fonte: a12 - Santuário Nacion al em 03/07/2014

Comentário do Evangelho

Tomé é a tipologia do "ver para crer". A esta, Jesus contrapõe a bem-aventurança dos que creram sem ver.
Entre as primeiras comunidades vinculadas à comunidade de Jerusalém, surgiu a tradição do ver o ressuscitado como condição para as primeiras lideranças. A partir daí, somos chamados a crer nestas testemunhas, sem ver.
O episódio do Evangelho de hoje relativiza as narrativas de visões do ressuscitado. Na cena do encontro do túmulo vazio, o discípulo que Jesus amava creu sem ver o ressuscitado. Para crer não é necessário ver. A fé brota da experiência de amor que os discípulos tiveram no convívio com Jesus, e da mesma experiência de amor que se pode ter, hoje, nas relações fraternas de acolhimento, de doação e serviço, de misericórdia e compaixão, na fidelidade às palavras do Mestre.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Deus todo-poderoso, concedei-nos celebrar com alegria a festa do apóstolo são Tomé, para que sejamos sempre sustentados por sua proteção e tenhamos a vida pela fé no Cristo que ele reconheceu como Senhor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Dom Total em 03/07/2014

Meditando o evangelho

É PRECISO TER FÉ

O apóstolo Tomé tornou-se símbolo da comunidade que questiona a Ressurreição de Jesus e exige prova para poder aceitá-la. Ele não aceitou o testemunho da comunidade, para quem Jesus havia aparecido e comunicado o dom do seu Espírito. O apóstolo condicionava sua fé à visão das chagas nas mãos de Jesus e ao tocar na ferida produzida pela lança. Este materialismo crasso o impedia de aderir ao Senhor pela fé.
Jesus proclamou ser feliz quem fosse capaz de chegar ao ato de fé, sem mesmo tê-lo visto. Ou seja, crer pelo testemunho da comunidade. Se a fé em Jesus dependesse de tê-lo visto, na terra, só um grupo privilegiado de discípulos num determinado contexto histórico e geográfico, teria acesso à fé. Uma vez que isto não é necessário, qualquer pessoa, em qualquer tempo ou lugar, pode chegar à fé, tal como a comunidade primitiva. Por conseguinte, a fé no Ressuscitado dá-se pelo testemunho da comunidade e se propaga pela tradição, que vai abarcando o mundo inteiro.
O Ressuscitado já não está limitado a um tempo ou a um lugar específico. Ele pode sempre ser encontrado e acolhido, por quem nele deposita sua fé. Certas exigências inconvenientes, como a de Tomé, podem inviabilizar o processo da fé e impedir um encontro libertador com o Senhor.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Senhor Jesus, dá-me um coração simples que saiba acolher o testemunho da Ressurreição que me chega pelo testemunho de meus irmãos na fé.

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Ressurreição: mistério para se acolher e contemplar...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Hoje é Dia de São Tomé e o evangelho, evidentemente não traz a ele uma crítica, antes, um elogio e louvor pela sua atitude, pois ao contrário do que se pensa, São Tomé deixou-se levar pela Fé no Ressuscitado... Mas o modo como está relatado, parece que ele faltou na celebração e depois ainda duvidou do anúncio e testemunho dos seus irmãos de comunidade. A atitude de Tomé é a do homem que se deixa levar pela Fé, permitindo que ela seja, a partir de agora, esse novo jeito de se relacionar com Jesus Ressuscitado. Claro que aqui se toma o exemplo de um, que é São Tomé, para falar da experiência de todos e principalmente das comunidades cristãs do primeiro século da Igreja, que fizeram essa experiência.
Sabemos que Jesus Ressuscitado vai á frente de todas nossas comunidades cristãs, mas não podemos vê-lo e nem tocá-lo, mas o vemos pela Fé (sem precisar usar o nosso imaginário sobre o tipo físico de Jesus, do mesmo modo que, a sua presença real na Eucaristia não é fruto da nossa imaginação).
O testemunho da nossa Fé no Cristo Ressuscitado, só se torna mais consistente quando vivemos em comunidade onde celebramos aquilo que Cremos e quem não participa da comunidade não consegue crer na Ressurreição do Senhor. A Comunidade não se reúne de vez em quando, para matar a saudades de Jesus e ficar o recordando, mas a cada oito dias se reúnem em torno da Palavra e do Pão.
E por fim uma observação importante, Jesus não vai dizer a Tomé, ao final do evangelho, “Credes porque me tocastes”, mas sim “Credes porque me vistes...”. Para fazer esta belíssima profissão de Fé, que ainda hoje podemos rezar solenemente diante da apresentação do Cordeiro, por parte do sacerdote, Tomé não precisou tocar nas marcas da paixão que o Senhor lhe apresentou (O evangelho não fala que ele tocou) E Jesus vai dizer que ele o viu “Credes porque me vistes...”.
Trata-se de um modo novo de olhar para Jesus, pois o Crucificado é o Ressuscitado, e agora a Fé, é o único modo de vê-lo, e sentir a sua presença na Igreja. Essa profissão solene de Fé, também é o ato de Fé das primeiras comunidades, que contrariando o poder do império romano, professava o Senhorio de Jesus, Único Deus e Senhor, e não o do Imperador, que tinha as prerrogativas divinas e exigia culto de adoração.

2. Bem-aventurados os que não viram, e creram! - Jo 20,24-29
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Os apóstolos se espalharam pelo mundo, e São Tomé, antes de ir para a Índia, passou pelo Brasil e pelo Paraguai. Assim diz o “mito de São Tomé”, contado pelos índios e relatado pelos jesuítas nos tempos da Colônia. São Tomé não acreditou na ressurreição de Jesus e, para pagar a sua incredulidade, teria recebido como castigo pregar aos gentios do Brasil, que “creem tão rapidamente quanto rapidamente descreem”. Os índios falavam aos jesuítas de um Pay Tumé ou Zomé, que deixou marcas de seus passos impressas em vários lugares. Em carta de abril de 1549, o Padre Manuel da Nóbrega escreve que viu quatro pegadas “com seus dedos mui assinaladas”. Em 1657, Padre Vieira conta toda a história no Sermão do Espírito Santo. Padre Anchieta também escreve e diz que: “se acham pegadas de homens impressas em pedra, máxime em São Vicente. Estas é possível que fossem deste santo apóstolo e algum discípulo”. Vieira diz que ficaram as pegadas, mas não ficou o ensinamento, pela inconstância do povo.

HOMILIA

SENHOR AUMENTAI A MINHA FÉ

Jesus escolheu doze apóstolos, todos com características diferentes. Tomé era daqueles que precisava ver para crer. Até aquele dia o discípulo ainda não acreditara na ressurreição de Jesus apesar do testemunho dos seus amigos. Jesus apresentou-se diante dele para que ele se rendesse. Diante da presença real de Jesus, vivo e ressuscitado, Tomé tirou do trono a sua incredulidade e rendeu-se à ordem do Senhor: “E não sejas incrédulo, mas fiel!” Tocar nas feridas do Senhor, colocar a mão no seu lado, fez com que ele tivesse uma experiência com a dor de Jesus. Quando nós também passamos pela dor e nos colocamos em intimidade com Jesus nós podemos sem titubear, reconhecê-Lo: “Meu Senhor e meu Deus”! Aí então, nunca mais seremos os mesmos. A nossa fidelidade a Deus é do tamanho da nossa fé. “Bem aventurados os que creram sem terem visto!” Nós somos os “bem aventurados”, porque, não podendo tocá-Lo fisicamente, nem tampouco vê-Lo, como foi concedido aos discípulos, nós O experimentamos pelo dom da Fé que recebemos no nosso Batismo. O conhecimento de Deus supera toda a inteligência e racionalidade, portanto, deixemo-nos ser íntimos do Senhor. Ele se oferece a nós como confidente de nossos pensamentos e interlocutor de nossas conversas secretas.
Este Evangelho nos chama atenção pela falta de fé do discípulo Tomé que por tanto tempo acompanhou Jesus, que conviveu lado a lado, que partilhou dos mesmos ideais do Mestre.
A incredulidade de Tomé chocou até mesmo os outros discípulos. Mas entenderam a atitude do amigo, afinal nem eles mesmos haviam acreditado que Cristo iria ressuscitar ao terceiro dia, apesar de terem presenciado a ressurreição de Lázaro após quatro dias de morto. Como não teria poder para ressuscitar a Si mesmo para a Glória de Deus?
Jesus, com sua bondade infinita, pediu a Tomé que tocasse em suas chagas, mas não foi preciso, alí mesmo Ele reconheceu o poder imenso do Filho de Deus, que desceu à mansão dos mortos e veio a ressuscitar para também nos ressuscitar das trevas.
A falta de fé muitas vezes nos deixa cegos para o amor, nos deixa cegos para reconhecer Jesus como o verdadeiro Messias e Salvador, a falta de fé nos deixa cegos para reconhecer em cada irmão necessitado a presença viva de Jesus, a falta de fé nos deixa cegos para amar o próximo, a falta de fé nos deixa cegos para crer que a PAIXÃO, MORTE e RESSURREIÇÃO de Jesus foi em nome de toda a humanidade.
Você se considera “incrédulo ou fiel”? Você já teve uma experiência íntima com Jesus Cristo? O que mudou em você depois disso? Você costuma abrir o seu coração a Deus, falar das suas dificuldades, enfim, conversar com Ele?Ore hoje pedindo a Jesus que lhe concede também a Sua paz e experimente levá-la a todos os lugares por onde você for. Depois, mais tarde, antes de dormir pense se o seu dia foi diferente dos outros.
Pai, eu creio em Teu Poder, mas aumentai a minha fé. Não deixe a incredulidade contaminar o meu coração e me impedir de buscar um modo de ser, onde a vida e a esperança falem mais alto que a morte e o desespero!
Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
Fonte: Liturgia da Palavra em 03/07/2014

HOMILIA DIÁRIA

Os olhos da fé nos aproximam de Deus

Os olhos da fé nos aproximam de Deus e nos fazem levar as realidades celestes para o mundo em que vivemos.

“Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” (João 20, 29).

Nós hoje celebramos o apóstolo São Tomé, santo que, na crendice popular e no dizer do povo, é o símbolo da incredulidade. As pessoas até dizem: “Eu sou igual a São Tomé, se eu não ver, eu não creio, eu não acredito!”. Contudo o apóstolo São Tomé que a Igreja nos propõe como modelo de fé é, acima de tudo, um homem muito sincero e muito convicto daquilo em que ele crê.
São Tomé é um homem que procura crescer na fé, ele ainda não teve um encontro, num primeiro instante, com Jesus Ressuscitado. Ele não duvida de Jesus, mas gostaria de poder experimentar de forma mais autêntica a presença do Ressuscitado; por isso ele quer tocar no Senhor, tocar no Seu lado aberto. Quando o Senhor Ressuscitado ali aparece e lhe permite tocar n’Ele, cai por terra toda a incredulidade, todo o racionalismo e todo o questionamento que vêm ao coração desse apóstolo.
Então, Jesus proclama uma nova bem-aventurança, um novo sentido de felicidade tão necessário para o mundo de hoje. Nós vivemos em um mundo pragmático, no mundo das evidências, no mundo racional, no qual se tudo não for comprovado por “A mais B”, se não for demonstrado cientificamente, não vale.
A Igreja reconhece o valor da ciência, sabe do valor que a ciência tem para melhorar a vida da humanidade, para trazer conquistas para o bem de todos os homens. Como a Igreja recorre e reconhece o valor dos aspectos científicos! Apenas ressalta que a ciência não deve se contrapor à fé e nem a fé se contrapor à ciência. Mas também é verdade que a fé é um grau mais elevado da condição humana por nos pôr em contato com o sobrenatural, não de forma humana e racional, mas naquilo que é o mais íntimo da natureza humana, o espírito humano criado por Deus, a alma humana, para que se comunique, para que esteja em comunhão com o Criador.
As realidades divinas não são tocadas de forma humana. Eu nunca vi o Senhor, e todos nós nunca vimos o Senhor. Humanamente falando, racionalmente falando, os nossos olhos não veem, mas o olhar da fé contempla, percebe, é apoderado e tomado por essa presença divina.
Bem-aventurado quem crê sem ter visto, é quem faz da fé não um baluarte da razão, mas uma condição espiritual. Não uma condição espiritual lógica, boba e sem sentido, mas faz da fé e da mística uma razão de viver, um ponto de encontro com a realidade mais sublime da existência: o ponto de encontro com Deus, o ponto de encontro com a realidade divina, o ponto de encontro com o céu.
O céu está presente no meio de nós, para vê-lo é preciso ter fé! Os olhos humanos não chegam até ele, mas os olhos da fé nos aproximam dele e nos fazem levar as realidades celestes para o mundo em que vivemos.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 03/07/2014

Oração Final
Pai Santo, faze-nos perseverar na fé, superando os momentos de dúvida ou covardia. Queremos ser arautos do Reino de Amor, para proclamar ao mundo que o Cristo Jesus, Teu Filho Ressuscitado que se fez nosso Irmão, é o nosso Senhor e nosso Deus – e que assim seja para sempre!
Fonte: Arquidiocese BH em 03/07/2014

ORAÇÃO FINAL
Pai querido, que o exemplo de Tomé, apóstolo e companheiro de teu Filho em sua jornada entre nós, tantas vezes lembrado por seu momento de dúvida, seja o nosso exemplo por sua fidelidade e perseverança, até a entrega de sua vida em martírio pela Fé. Pelo Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.

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