quinta-feira, 26 de março de 2020

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 27/03/2020

ANO A


Jo 7,1-2.10.25-30

Comentário do Evangelho

Deus é surpreendente

Os evangelhos sinóticos e João coincidem ao afirmar que Jesus foi, se não em todo o período de sua vida pública, em boa parte dela, perseguido e sua vida, ameaçada, e que era pública a intenção de matá-lo; e, ao menos em determinadas circunstâncias, como o relato de hoje nos permite concluir, Jesus não andava com os seus discípulos. O relato é, ainda, ocasião de o leitor compreender a mentalidade equivocada acerca do Messias: para um bom número de judeus o Messias não teria origem humana. Pensando conhecer a origem de Jesus, esses anônimos do versículo 25 se equivocam, ignoram os desígnios de Deus e se esquecem de que Deus é surpreendente. O ensinamento de Jesus no Templo revela com uma fina ironia a ignorância deles. A verdadeira origem de Jesus é divina. O hermetismo no qual estão enredados lhes impediu, inclusive, de conhecer verdadeiramente Deus e o seu desígnio. Essa crítica revela a verdadeira razão da ignorância deles: não chegaram, de fato, a conhecer Deus. A oposição passional, diga-se irracional, leva os adversários de Jesus a querer prendê-lo. Descoberto, o mal mostra toda a sua armadilha maléfica. Mas a história relida à luz do mistério de Cristo mostra que o desígnio de Deus tem o seu dinamismo e tempo próprios.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Pai, minha vida está colocada em tuas mãos, pois tu és o Senhor do meu destino. Movido por esta certeza, dá-me a graça de testemunhar, com coragem, o teu Reino.
Fonte: Paulinas em 04/04/2014

Vivendo a Palavra

Nosso Mestre não escondia a Verdade – que era Ele mesmo! – para garantir sua segurança diante das autoridades injustas de seu tempo. Por isto, deixou a Galiléia, indo para Jerusalém, na Judéia. Este é o exemplo de fidelidade e coragem que lega para os seus discípulos de todos os tempos, que hoje somos nós. Sigamo-lo!
Fonte: Arquidiocese BH em 04/04/2014

VIVENDO A PALAVRA

Jesus não escondia a Verdade – que era Ele próprio! – para garantir sua segurança diante das autoridades injustas de seu tempo. Por isto, deixou a Galileia, indo para Jerusalém, na Judeia. Este é o exemplo de fidelidade e coragem que lega para os seus discípulos de todos os tempos, que hoje somos nós. Que O sigamos!

A descrença pode ter conseqüências terríveis como nos revela o Evangelho de hoje. As pessoas que acreditaram em Jesus procuraram seguir seus ensinamentos e viver uma nova forma de relacionamento com Deus, de modo que a sua fé gerava a vida em abundância. Os que não aceitavam as palavras de Jesus não só se privavam desta vida como também procuravam tirar a vida de Jesus. Mas o nosso Deus é o Deus da vida. A descrença luta contra a vida e pode até mesmo tirar a vida das pessoas, mas tira apenas a vida biológica, e o sangue que é derramado fertiliza a terra para que nela brote as sementes de vida eterna. O sangue de Jesus foi derramado, assim como o de muitos mártires, e isso faz com que as sementes do Reino cresçam e dêem fruto.
Fonte: CNBB em 04/04/2014

Reflexão

Por prudência, Jesus evita circular pela Judeia, já que os judeus “pretendiam matá-lo”. Mesmo assim, vai a Jerusalém, “não publicamente, mas às escondidas”. Infelizmente, os chefes do povo querem emudecer aquele que tem palavras de vida eterna e acorrentar o libertador de tantos corações! O mundo cometerá o grave erro de eliminar o Inocente, deixando livres os malfeitores. Contudo, a “palavra de Deus não está algemada” (2Tm 2,9). Mesmo correndo perigo de vida, Jesus continua ensinando no Templo e, em voz clara, desafia seus ouvintes: “Será que vocês me conhecem mesmo e sabem de onde sou?”. Segue reafirmando que conhece a Deus e vem de junto dele. Movimentam-se os chefes para prender Jesus, mas ainda não o conseguem: “Ninguém tira a minha vida; eu a dou livremente” (Jo 10,18).
Oração
Ó destemido Jesus, mesmo sabendo que tua vida corre perigo por causa dos inimigos, continuas falando bem alto e ensinando no Templo. Teu testemunho de fidelidade ao Pai nos incentiva a sermos, também nós, fiéis cumpridores da vontade de Deus. Dá-nos, Senhor, coragem e força para a missão. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

Quais as celebrações da Igreja que mais nos atraem? - Ainda há muita gente no mundo que não conhece Cristo? - Para nós é difícil crescer no conhecimento das coisas de Deus? - E para partilhar a fé? - Agradeçamos a Deus que nos dá o dom de conhecer e testemunhar o Evangelho.
Fonte: a12 - Santuário Nacional em 04/04/2014

Comentário do Evangelho

MINHA HORA NÃO CHEGOU!

A vida de Jesus estava toda colocada nas mãos do Pai. Com esta consciência, ele enfrentava os desafios do ministério, sem se deixar abater pelos mal-entendidos, pelas hostilidades evidentes ou veladas ou mesmo pela ameaça de morte que pairava sobre a sua cabeça. Sua coragem manifestava-se na maneira aberta com que proclamava sua doutrina, em plena Jerusalém – no Templo –, mesmo sabendo que os judeus buscavam matá-lo.
Importava-lhe unicamente manter-se fiel a quem o enviou, pois não tinha vindo por si mesmo, nem proclamava uma doutrina de sua autoria e propriedade. As hostilidades contra ele provinham do desconhecimento do Pai. Logo, fruto da ignorância! Bastava que se abrissem para o Pai, para estarem em condições de compreender a veracidade do testemunho de Jesus.
A vida do Filho estava nas mãos do Pai. Isto impedia que os adversários assumissem o controle do destino de Jesus. Por isso, em vão, procuravam detê-lo e infligir-lhe a pena capital. "Sua hora ainda não chegara".
A coragem do Mestre serviu de exemplo para os discípulos, sobretudo nos momentos difíceis de seu ministério apostólico. Também a vida deles estava nas mãos do Pai. Sendo assim, nenhum inimigo, por pior que fosse, haveria de se transformar em senhor de seus destinos. Somente o Pai pode determinar a hora de cada um!
Oração
Pai, minha vida está colocada em tuas mãos, pois tu és o Senhor do meu destino. Movido por esta certeza, dá-me a graça de testemunhar, com coragem, o teu Reino.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Ó Deus, que preparastes para a nossa fraqueza os auxílios necessários à nossa renovação, dai-nos recebê-los com alegria e vê-los frutificar em nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Dom Total em 04/04/2014

Meditando o evangelho

A CORAGEM DO MESSIAS

Na medida em que avançava no seu ministério, levantavam-se, para Jesus, toda espécie de barreiras. Seus adversários sentiam-se questionados por ele, e não sabiam como enfrentá-lo, na base do diálogo. Os argumentos do Mestre deixavam-nos desarmados. E eles não tinham a quem apelar, mesmo recorrendo à sabedoria que pensavam possuir.
A decisão de matar Jesus visava eliminar o mal pela raiz. Seria uma maneira de fazer calar, para sempre, aquela voz incômoda, banindo-o do meio do povo. Recorrendo à violência, os inimigos de Jesus pensavam resolver um problema com o qual recusavam defrontar-se: é possível Deus fazer-se presente na história humana, na pessoa de um homem?
Apesar de se precaver, o Mestre não se deixou levar pelo medo. Antes, mostrou-se suficientemente corajoso para defrontar-se, cara-a-cara, com quem ameaçava tirar-lhe a vida.
O templo de Jerusalém foi o palco do confronto. Aí ele se pôs a pregar, abertamente, sua condição de enviado do Pai, ou seja, sua condição divina. Sua pregação derrubava o orgulho de seus adversários, pois ele é quem tinha o verdadeiro conhecimento do Pai. Enganavam-se seus adversários ao cultuar um Deus diferente daquele anunciado por ele. Por isso, a atitude mais sensata seria a de converter-se ao Deus de Jesus, deixando de lado a violência inútil.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Espírito de destemor, em meio às contrariedades por causa da fé, faze-me imitar a coragem do Mestre Jesus.

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Humano demais...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Há até uma bela música com este nome, e aqui está o problema dos Judeus para com Jesus: eles queriam um MESSIAS misterioso, de origem desconhecida, talvez vindo de alguma nuvem do céu e eis que aparece no meio deles um homem comum como qualquer outro judeu, mas que se diz um enviado do Pai em uma missão especial.
Como pode um ser humano anunciar-se como um enviado especial do Pai? Para o Judaísmo é uma afronta! Pois esse anúncio explicita a divindade de Jesus, foi Deus quem o enviou e ele, apesar de homem, é o Filho de Deus. De um modo bem simples eis aí a razão da condenação de Jesus.
Talvez ao ler o evangelho de João aonde o confronto com o Judaísmo vai ficando cada vez mais acirrado, alguém possa pensar que Jesus "Gostava de cutucar a onça com a vara curta", fazendo provocação aos Judeus. Entretanto é a fidelidade ao Pai e a sua Vontade que leva Jesus a agir desse modo. Se ele não falar de onde veio e quem o enviou, não estará revelando o Pai, impossibilitando aos homens o conhecerem.
Sendo quem é, e assumindo com fidelidade a missão que lhe foi confiada, Jesus age com inteira liberdade, de fato, no evangelho de João é Jesus quem se entrega, tudo aconteceu pela vontade do Pai, mas com o seu consentimento. Por isso, embora já ameaçado de morte, ele anda livremente por Jerusalém pregando e ensinando, fazendo prodígios, e as pessoas se admiram que ninguém o tenha impedido. Na hora da sua glorificação na cruz ele irá se entregar, pois na visão joanina, ninguém tem força e poder, para impedir a obra da Salvação que em Cristo irá se realizar.
Nos dias de hoje há uma multidão de homens e mulheres que se dizem Filhos e Filhas de Deus, ou porque receberam um Batismo, como nós cristãos, ou porque assim se sentem. Entretanto, falta a coragem a ousadia e a fidelidade de Jesus, para de fato viver e pensar como autênticos Filhos e Filhas de Deus, já que qualquer poder do mundo, as vezes é suficiente para nos fazer dobrar os nossos joelhos diante das forças do mal.
Ser livre não é falar e fazer sempre o que se quer, mas a nossa verdadeira liberdade está em Deus, no exato cumprimento da sua Santa Vontade.

2. Não é este a quem procuram matar? Ele fala publicamente e ninguém lhe diz nada... - Jo 7,1-2.10.25-30
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Quem é esse Jesus? É ele o Cristo? Por que não o prendem, se querem matá-lo? Ninguém porá as mãos nele antes que chegue a sua hora. “O Cristo, quando vier, ninguém saberá de onde é”, diziam os judeus. Pensavam saber de onde Jesus era. Nós também hoje, às vezes, pensamos saber quem é Jesus e de onde vem. Criamos dele uma imagem a nosso gosto. Ele afirma com segurança que conhece o Pai, porque vem dele e foi ele quem o enviou. Ninguém jamais viu o Pai, e queremos vê-lo. Enquanto a visão não acontece, fiquemos unidos a Jesus. Só está com Jesus quem a ele é levado pelo Pai. Não é fantástico estar com Jesus, que vê o Pai e vem do Pai? Não sabemos como Deus é, mas sabemos que Jesus é o caminho para a vida verdadeira que se realiza em Deus. Ele se fez semelhante a nós em tudo, menos no pecado, para que pudéssemos sentir o sabor da presença de Deus em nossa vida.

No Evangelho de hoje João mostra-nos como diferentemente do que os sinóticos fazem o grande destaque ao conflito entre Jesus e os judeus em geral. Pois naqueles, Jesus se restringe aos dirigentes, fariseus, escribas e sacerdotes. A razão será porque este evangelho tem como base a comunidade cristã samaritana? Talvez sim, mas talvez não. Estamos diante da expressão do tradicional conflito entre Israel, reino do norte, e Judá, reino davídico do sul. O messias esperado pelo judaísmo seria um líder que conquistaria a liberdade nacional dos judeus e imporia ao mundo sua religião. Portanto, trata-se de uma salvação que atingirá a todos os homens e mulheres do mundo inteiro já que os destinatários da salvação o rejeitam.
A atividade de Jesus denuncia o agir perverso da sociedade, e por isso provoca ódio. Os parentes de Jesus pensam no sucesso. As autoridades o procuram, vendo nele um perigo. E o povo expressa opiniões diversas a respeito dele: uns o julgam a partir das obras que ele realiza, e outros a partir de leis e estruturas estabelecidas. Assim a presença de Jesus é sinal de contradição que vai revelando a face das pessoas.
Os chefes religiosos do templo e das sinagogas rejeitavam o messianismo de Jesus e procuravam e tentam prender matá-lo. Pois para eles é uma ameaça. E no meio do povo a divisão continua: o tema da discussão é sobre a origem do Messias. Uns não aceitam Jesus, baseados numa tradição teórica sobre a origem do Messias. Outros que já são muitos, acreditam que Jesus é o Messias, porque prestam atenção na sua prática libertadora e vêem nisso sinal da presença de Deus.
Jesus, descartando qualquer aspiração ao poder, revela-se como o enviado que comunica a verdadeira vida vinda do Seu Pai. Desafiando-lhes diz: Será que vocês me conhecem mesmo e sabem de onde eu sou? Eu não vim por minha própria conta. Aquele que me enviou é verdadeiro, porém vocês não o conhecem. Mas eu o conheço porque venho dele e fui mandado por ele.
Assim Jesus mostra o verdadeiro critério para reconhecer o Messias: não é o lugar de sua origem, mas o fato de Ele ser o enviado de Deus, cuja atividade deve ser reconhecida pelas obras que faz.
Depois de tudo o que você ouviu, viu e leu e tocou sobre o Verbo Divino feito homem para a tua salvação, que critérios estabeleces para reconhecer Jesus.
Pai ajuda-me a acolher, sem preconceitos, a revelação de Jesus, pois sua identidade messiânica de Filho de Deus transparece nas palavras e nos sinais que Ele realizou.
Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
Fonte: Liturgia da Palavra em 04/04/2014

HOMILIA DIÁRIA

Precisamos eliminar o nosso orgulho e aceitar a Luz de Deus

A Palavra de Deus molda, forma, restaura e renova aqueles que se abrem para acolhê-la, mas quem se fecha no seu orgulho e na sua obstinação permanece velho, acabado, permanece na escuridão e nas trevas, porque não aceita que a Luz de Deus o renove a cada dia.

”Então, queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora” (João 7,30).

Nós estamos acompanhando, na Palavra de Deus, a tramoia que um grupo de judeus está fazendo para eliminar Jesus, o que eles querem é justamente isto: prender Jesus e impedi-Lo de continuar agindo, pregando e manifestando o Reino de Deus no meio do povo. Uma vez,  prendendo-O, passam a julgá-Lo e condená-Lo para, assim, levá-Lo à morte.
E por que eles querem isso? Porque Jesus é o justo injustiçado; porque Jesus é aquele que veio trazer a verdade e esta não é aceita e não é acolhida. Por isso, de algum modo, aqueles que se sentem incomodados com a verdade e com a pregação do Senhor precisam dar um jeito de eliminá-Lo.
Jesus não acusa ninguém, Ele apenas anuncia a verdade; e esta, uma vez pregada e anunciada, causa incômodo, causa reflexão e o desejo de tomarmos alguma iniciativa para que nós possamos mudar as nossas atitudes.
É verdade que, assim como o grupo de judeus se rebelou, não aceitou e planejou, de fato, eliminar Jesus; nos dias de hoje, muitos ainda se opõem à pregação da verdade, à pregação do Evangelho, se opõem a Jesus. Mais ainda: muitos de nós, por orgulho, por obstinação e por falta de humildade, não somos capazes de aceitar a correção fraterna; não somos capazes de aceitar que outros nos corrijam, que a Palavra de Deus nos corrija e oriente a nossa vida e nos dê a direção de como devemos viver.
Nós, muitas vezes, ficamos chateados, revoltados; nós nos viramos contra pessoas que queriam o nosso bem, porque o nosso orgulho foi muito maior do que a nossa capacidade de reflexão. Pode até ser que os outros usaram de métodos errados para nos corrigir, mas não nos custa nada olhar para dentro de nós e perceber onde os nossos gestos, as nossas atitudes e  o nosso modo de viver não estão de acordo com a verdade, de acordo com a caridade e de acordo com a retidão de vida.
Nós não precisamos eliminar ninguém da nossa vida porque este tenta nos orientar e nos mostrar o caminho da vida; o que nós precisamos é eliminar o nosso orgulho, o nosso jeito obstinado de querer viver e de não aceitarmos ser corrigidos.
A Palavra de Deus molda, forma, restaura e renova aqueles que se abrem para acolhê-la; contudo, quem se fecha no seu orgulho e na sua obstinação permanece velho, acabado e permanece na escuridão e nas trevas, porque não aceita que a Luz de Deus o renove a cada dia.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 04/04/2014

Oração Final
Pai Santo, o mundo não aceita a Verdade. A sociedade de consumo nos seduz com as enganadoras promessas egoísticas do ter, do poder e do prazer cada vez maiores, fugindo à porta estreita e ao caminho áspero que nos levam ao teu Reino. Dá-nos, Pai amado, força e coragem para seguirmos o Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 04/04/2014

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, o mundo não aceita a Verdade. A sociedade de consumo nos seduz com as enganadoras promessas egoísticas do ter, do poder e do prazer cada vez maiores e mais abrangentes, fugindo da porta estreita e do caminho áspero que nos levam ao teu Reino. Dá-nos, amado Pai, força e coragem para seguir o Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.

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