segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

São Silvestre I - 31 de Dezembro




Este Papa dos inícios da nossa Igreja era um homem piedoso e santo, mas de personalidade pouco marcada. São Silvestre I apagou-se ao lado de um Imperador culto e ousado como Constantino, o qual, mais que servi-lo se terá antes servido dele, da sua simplicidade e humanidade, agindo por vezes como verdadeiro Bispo da Igreja, sobretudo no Oriente, onde recebe o nome deIsapóstolo, isto é, igual aos apóstolos.
E na realidade, nos assuntos externos da Igreja, o Imperador considerava-se acima dos próprios Bispos, o Bispo dos Bispos, com inevitáveis intromissões nos próprios assuntos internos, uma vez que, com a sua mentalidade ainda pagã, não estava capacitado para entender e aceitar um poder espiritual diferente e acima do civil ou político.
E talvez São Silvestre, na sua simplicidade, tivesse sido o Papa ideal para a circunstância. Outro Papa mais exigente, mais cioso da sua autoridade, teria irritado a megalomania de Constantino, perdendo a sua proteção. Ainda estava muito viva a lembrança dos horrores por que passara a Igreja no reinado de Diocleciano, e São Silvestre, testemunha dessa perseguição que ameaçou subverter por completo a Igreja, terá preferido agradecer este dom inesperado da proteção imperial e agir com moderação e prudência.
Constantino terá certamente exorbitado. Mas isso ter-se-á devido ao desejo de manter a paz no Império, ameaçada por dissenções ideológicas da Igreja, como na questão do donatismo que, apesar de já condenado no pontificado anterior, se vê de novo discutido, em 316, por iniciativa sua.
Dois anos depois, gerou-se nova agitação doutrinária mais perigosa, com origem na pregação de Ario, sacerdote alexandrino que negava a divindade da segunda Pessoa e, consequentemente, o mistério da Santíssima Trindade. Constantino, inteirado da agitação doutrinária, manda mais uma vez convocar os Bispos do Império para dirimirem a questão. Sabemos pelo Liber Pontificalis, por Eusébio e Santo Atanásio, que o Papa dá o seu acordo, e envia, como representantes seus, Ósio, Bispo de Córdova, acompanhado por dois presbíteros.
Ele, como dignidade suprema, não se imiscuiria nas disputas, reservando-se a aprovação do veredito final. Além disso, não convinha parecer demasiado submisso ao Imperador.
Foi o primeiro Concílio Ecumênico (universal) que reuniu em Niceia, no ano 325, mais de 300 Bispos, com o próprio Imperador a presidir em lugar de honra. Os Padres conciliares não tiveram dificuldade em fazer prevalecer a doutrina recebida dos Apóstolos sobre a divindade de Cristo, proposta energicamente pelo Bispo de Alexandria, Santo Atanásio. A heresia de Ario foi condenada sem hesitação e a ortodoxia trinitária ficou exarada no chamado Símbolo Niceno ou Credo, ratificado por S. Silvestre.
Constantino, satisfeito com a união estabelecida, parte no ano seguinte para as margens do Bósforo onde, em 330, inaugura Constantinopla, a que seria a nova capital do Império, eixo nevrálgico entre o Oriente e o Ocidente, até à sua queda em poder dos turcos otomanos, em 1453.
Data dessa altura a chamada doação constantiniana, mediante a qual o Imperador entrega à Igreja, na pessoa de S. Silvestre, a Domus Faustae, Casa de Fausta, sua esposa, ou palácio imperial de Latrão (residência papal até Leão XI), junto ao qual se ergueria uma grandiosa basílica de cinco naves, dedicada a Cristo Salvador e mais tarde a S. João Batista e S. João Evangelista (futura e atual catedral episcopal de Roma, S. João de Latrão). Mais tarde, doaria igualmente a própria cidade.
Depois de um longo pontificado, cheio de acontecimentos e transformações profundas na vida da Igreja, morre S. Silvestre I no último dia do ano 335, dia em que a Igreja venera a sua memória. Sepultado no cemitério de Priscila, os seus restos mortais seriam transladados por Paulo I (757-767) para a igreja erguida em sua memória.
São Silvestre, rogai por nós!
FONTE: CANÇÃO NOVA, EM 2012
São Silvestre I

A Igreja deixou de sofrer as

sanguinárias perseguições e saiu da

clandestinidade, no século IV, sob o

império do imperador bizantino

Constantino, que se converteu à fé

em Cristo. Desse modo, o

cristianismo se expandiu livremente,

A Igreja deixou de sofrer as sanguinárias perseguições e saiu da clandestinidade, no século IV, sob o império do imperador bizantino Constantino, que se converteu à fé em Cristo. Desse modo, o cristianismo se expandiu livremente, tendo no comando da Igreja um papa à altura para estruturá-lo como uma organização eclesiástica duradoura. Era Silvestre I, um romano eleito em 314. Tanto assim que sobreviveu a muitas outras turbulências para chegar, triunfante, ao terceiro milênio.
Embora o imperador Constantino tenha deixado florescer a semente plantada pelos apóstolos de Jesus, após anos de perseguições e ter feito tantos mártires, o cristianismo ainda não estava em completa paz. Até o imperador convertido foi convocado para ajudar a manter a paz da Igreja, e ele obedeceu ao papa Silvestre I. Quando irrompeu o cisma na África, o imperador usou sua autoridade para manter a paz, inclusive para o Império. Além disso, foi orientado a ser o autor da convocação do Concílio de Nicéia, o primeiro da Igreja, em 325, no qual a Igreja de Roma saiu vencedora, aprovando o credo contra a heresia ariana.
Tudo isso acontecia com o papa Silvestre I já bem idoso. Como não agüentaria a viagem, mandou representantes à altura para que a Igreja se firmasse no encontro: o bispo Ósio, de Córdoba, e mais dois sacerdotes assessores. Como havia harmonia entre o papa e Constantino, a Igreja conseguir bons resultados também no sínodo. Recebeu um forte apoio financeiro para a construção de valiosos edifícios eclesiásticos, que também marcaram o governo desse papa.
A construção mais importante, sem dúvida, foi a basílica em honra de são Pedro, no monte Vaticano, em Roma. O local era um antigo cemitério pagão, o que fez aumentar muito a importância e o significado de a construção dedicada a Pedro ter sido feita ali. Quem descobriu isso foi o papa Pio XII, comandando escavações no local em 1939. Outra foi a Basílica de São Paulo Extra-Muro, e também a dedicada a são João, em Roma.
Também por causa de Silvestre, Constantino patrocinou à Igreja um ato histórico e de muita relevância para a humanidade e o catolicismo: doou seu próprio palácio Lateralense, para servir de moradia para os papas, e toda a cidade de Roma e algumas outras vizinhas para a Igreja. Mas esses atos não ocorreram porque Constantino tinha-se convertido ou por interferência de sua mãe Helena: o grande mérito se deve ao trabalho do papa Silvestre I. Podemos analisar melhor com a atitude de Constantino, que nunca se deixou batizar. A conversão total veio no leito de morte, quando pediu o batismo e recebeu a comunhão. Constantino está, agora, incluído no livro dos santos, ao lado de sua mãe.
Quanto ao papa são Silvestre I, morreu em 335, depois de ter permanecido no trono de Pedro durante vinte e um anos, e produzido tantos e bons frutos para o cristianismo. No ano seguinte ao da sua morte, começou a ser dedicada a são Silvestre uma festa no dia 31 de dezembro, enquanto, no Oriente, ele é celebrado dois dias depois.
São Silvestre, Papa

Este Santo Padre exerceu seu pontificado na época em que Constantino decretou a liberdade para os cristãos, dando alto às perseguições. O imperador Constantino deu de presente a São Silvestre o palácio do Letrán em Roma, e após esteve ali a residência dos Pontífices.
Também teve este Pontífice a sorte de poder construir a antiga Basílica de São Pedro no Vaticano, e a primeira Basílica do Letrán. Durante seu Pontificado se reuniu no Concílio de Nicéia (ano 325), no qual os bispos de todo o mundo declararam que quem não crê que Jesus Cristo é Deus, não é católico. Compuseram ali o Credo de Nicéia. Dizem que a São Silvestre correspondeu à honra de batizar a Constantino, o primeiro imperador cristão.
O Pontificado de São Silvestre durou 20 anos. Morreu em 31 de dezembro do ano 335.
 http://www.acidigital.com/santos/santo.php?n=378

São Silvestre I, Papa

São Silvestre I (Pontificado:  314 - 355)

Comemoração litúrgica: 31 de dezembro.

Também nesta  data Santa Catarina  Labouré; Santa Melânia

São Silvestre encerra  o ano civil. Ele encerra também , na história da  Igreja uma época importante e  inicia uma nova era. Durante três séculos a  Igreja de Deus esteve exposta  às mais cruéis  perseguições.

O império romano empregava  todo o seu poder para aniquilar o reino de Deus; o sangue  corria em torrentes. Esforçavam-se em regra para inventar  novos tormentos.  Além disso, astúcia, lisonja, seduções,  tudo quanto pode cegar os sentidos, tudo o que  a  arte e a ciência terrenas podem proporcionar, estava a serviço  desta luta - e tudo debalde.  A Igreja permaneceu ilesa, a despeito de todos  os planos, afrontando tudo. Os seus membros morriam aqui e ali, mas a Igreja  continuava a viver, e sempre novos elementos entravam, para preencher as lacunas. Por fim o império  romano se  curvou diante  de Cristo e colocou  a Cruz  sobre o  seu diadema  e o sinal de  Cristo sobre a água de suas legiões. Cristo tinha vencido na possante  peleja, e o Papa Silvestre I  viu como  tudo mudava. Viu o suplício da cruz ser abolido. Viu  cristãos confessarem livre e  francamente a  sua fé e  erigirem casas de Deus.  Viu o próprio  imperador Constantino edificar o palácio (Lateranense), que  durante muitos  séculos  foi a residência do  Vigário de Cristo.
Sobre a vida  interior    exterior do Papa S. Silvestre a  história  muito  pouco de positivo revela, se bem que  como certo afirme, que tenha  ele  sido  a  alma dos grandes acontecimentos  verificados  no seu longo Pontificado.
Segundo  o testemunho de  historiadores fidedignos Silvestre  nasceu em Roma, filho de pais  ótimos  cristãos, que bem cedo o confiaram   aos cuidados  do sacerdote Cirino, cujo preparo intelectual e exemplo de  vida santa  fizeram  com que  o discípulo adquirisse uma formação extraordinariamente sólida cristã.  Estava  ainda  em  preparação última, isto é,  a  décima  e de todas as  mais  bárbaras das perseguições dioclesianas, quando Silvestre, das mãos do Papa Marcelino, recebeu  as  ordens  sacerdotais.   Teve, pois,  ocasião de presenciar os horrores  desta investida do inferno contra o Reino de Cristo. Pode  ele  ser e foi testemunha ocular do heroísmo das pobres vítimas do furor  desmedido do  tirano coroado. Em 314,   por  voto unânime do povo e  do clero foi proposto  para ocupar a  cadeira de São Pedro, como sucessor do papa Melquíades.
Com a vitória  do cristianismo e a conversão do  imperador  Constantino viu-se o Papa diante da  grande tarefa de, por meio das sábias leis, introduzir  a religião cristã na vida dos povos, dando-lhe formação concreta e definitiva. A paz,  infelizmente não foi de longa duração.  Duas terríveis  heresias se levantaram contra a Igreja, arrastando-a  para uma  luta gigantesca  de  quase um século de  duração. Foi a dos  Donatistas, que tomou grande incremento na África.  A Igreja, ensinavam eles,  deve compor-se  só de justos; no momento em que  seu grêmio tolera pecadores, deixa de ser a Igreja de  Cristo.   O batismo administrado por um sacerdote que em estado de pecado se acha, é inválido. Um bispo, se estiver com um pecado na alma, não pode crismar nem ordenar sacerdotes.  Caso que administrar estes sacramentos, são eles  inválidos.
Pior e mais  perigosa foi a outra heresia, propalada pelo sacerdote  Ario, da Igreja  de Antioquia.  Doutrinava  este  heresiarca que a Jesus  Cristo, Filho de Deus  feito homem, faltavam as  atribuições  divinas; isto é,  não era  consubstancial  ao Pai, portanto não era Deus, mas mera criatura, de essência diversa  da  do Pai e de  natureza mutável.
Tanto contra a primeira como contra a segunda o Papa Silvestre tomou enérgica atitude. A dos  Donatistas foi condenada  no Concílio de Arles. O arianismo teve  sua condenação no célebre Concílio de  Nicéia (325), ao qual compareceram  317 bispos. O Papa Silvestre, já muito idoso pessoalmente não podendo comparecer à grande Assembléia, fez-se  nela representar por dois sacerdotes de  sua inteira confiança, que em seu lugar presidiram  as sessões. Estas  terminaram  com a soleníssima proclamação dogmática  da fórmula: " O Filho  é consubstancial ao Pai; é Deus de Deus; Deus verdadeiro de  Deus Verdadeiro;  gerado, não feito, da mesma  substância  com o Pai".
As resoluções do Concílio o Papa Silvestre as  assinou. Na presença de 272 bispos foram as mesmas  em  Roma solenemente  confirmadas. Esta cerimônia teve lugar diante da imagem de  Nossa Senhora  Alegria dos Cristãos, cujo altar, em sinal de gratidão à Maria Santíssima o Papa mandara erigir logo que as perseguições tinham chegado ao seu termo.
Sobre o túmulo de São Pedro, o Papa, auxiliado  pelo imperador, construiu  a  magnífica basílica vaticana,  com suas  oitentas  colunas de mármore,  templo que durante 1100 anos  via chegar  milhares e  milhares de  peregrinos  provenientes de  todas as  partes do mundo, ansiosos  de  prestar  homenagens ao "Rochedo", sobre o qual  Cristo tinha  edificado a sua Igreja - até que deu lugar à atual grandiosa Basílica de  São Pedro.
Durante seu Pontificado, o Papa Silvestre governou a Igreja de Deus dando sobejas provas de prudência e  sabedoria, glorificando-a com as virtudes  de  uma vida  santa e apostólica.
Reflexões:
As coisas sempre se repetem na história. Plena paz  sobre toda a terra o reino de Deus jamais  desfrutou. O inferno tem-lhe ódio demais para o deixar sossegado. Há de empregar sempre o seu poder para combater contra este reino. Despertará  ora aqui, ora ali, perseguidores, que recomeçarão a  obra dos antigos imperadores romanos e sempre com o mesmo êxito.
Não estamos vendo em  nossos  dias como se persegue  a  Igreja violentamente?  Muitos hão de tremer e exclamar:  Aonde vai parar isto?  Assim grita  também aquele  que, pela primeira vez, assiste a uma tempestade no mar. Quando vê as ondas se elevarem  à altura de uma casa, quando o navio é atirado ora para este, ora para aquele  lado,  ora sobe  para o céu,  ora parece precipitar-se no abismo, ele  julga que tudo está perdido, que chegou a sua última hora. O piloto experiente, por'm, senta-se calmamente em seu posto e dirige o navio, apesar do tumulto da tempestade e eis que o temporal amaina e depois do perigo passado a viagem é  tanto mais bela.
Quem sabe o que traz o ano novo?  E se trouxer  luta e perseguição, Deus vive ainda mais nos tempos antigos. E vem de novo um Papa  como Silvestre, que vê as lutas já passadas e  se  senta em paz  sobre a Sé de Pedro.   Jamais devemos tornar-nos  pusilânimes. Não  confiemos em nossa  força;  o nosso  auxílio está  no Nome do  Senhor, que  criou  o céu e a  terra.
Na  verdade,   não devemos por isso  cruzar os braços e pensar:  Deus há de arranjar isso. Certamente Deus há de arranjar tudo;  mas Ele quer  que nós também façamos o que de nós depende e quer abençoar  nosso trabalho. Ele quer  que defendamos com fidelidade  e  firmeza a nossa  Igreja;   quer  que  tomemos  parte  em todas as  suas lutas e seus  sofrimentos, que pelejemos juntamente com ela, para com ela  vencer. Ele  quer  abençoar, mas quer também que o lavrador plante e cultive. Se o mesmo  deixa de fazê-lo, a bênção de Deus é em vão, o campo só produz  erva daninha. E se o homem  ou o povo deixa de viver com a Igreja, esta  certamente  não perecerá, a Palavra do Senhor  no-lo  garante, mas aquela  parte pode muito bem ser devastada.  Não temos  os mais tristes  exemplos  na Ásia e na África?   Aqueles  países em torno do Mediterrâneo, que pertenciam ao  Império  Romano, eram por assim  dizer, o jardim da Igreja.
Basta lembrar-nos de  Atanásio, Basílio, Crisóstomo, Cipriano e Agostinho!  Onde a Igreja  produziu mais belas flores?   E agora?  Agora tudo é deserto. Por que?  Porque os povos não tinham  vivo interesse pela Igreja, não a defendiam, não viviam, não  amavam,  não sofriam, não lutavam com ela.   Assim acontece  sempre e por toda a  parte. Por  isso, permaneçamos  fiéis  à nossa Igreja!   Defendamo-la decididamente!
A Vós, adorável  Senhor, recomendamos  a vossa  Santa Igreja no ano novo! Guardai-a  sob vossa  proteção!  Amparai-a  e  dai-lhe  paz!  Abençoai seu trabalho  junto dos  seus  filhos e também das ovelhinhas  que ainda não estão no aprisco do Divino Pastor, mas precisam  ainda ser trazidas para aí.  Protegei  e  esclarecei  nossos bispos,  sacerdotes, religiosos e  religiosas  e todos aqueles  que  se consagraram ao vosso  serviço.  Amém!
http://www.paginaoriente.com/santos/silv3112papa.htm
São Silvestre

Local nascimentoRoma
OrdemPapa
Local vidaRoma
EspiritualidadeFoi Papa por 21 anos, desde 314 até sua morte. Coube-lhe a tarefa não pequena de iniciar a organização da vida da Igreja em condições de normalidade às quais ela não estava habituada, depois de 250 anos de clandestinidade. Foi sob Silvestre que começaram a ser estabelecidas, como locais de culto, as grandes basílicas romanas. Três concílios também foram realizados em seu Pontificado, o de Arles e o de Ancira, em 314, e o de Nicéia, em 325. Nesses concílios, a Igreja defendeu sua integridade contra os erros e desvios suscitados, naqueles tempos, como em todos os séculos -inclusive neste século XX cujo término coincidirá com o do ano 2000 - pelo demônio, na tentativa de atingir a integridade do Corpo Místico de Jesus Cristo. Mas, por força da promessa de seu Divino Fundador, a Igreja é imortal e perdurará até à consumação dos séculos.
Local morteRoma
MorteNo ano de 335
Fonte informaçãoOs santos de cada dia
OraçãoDeus, nosso Pai, hoje é o último dia do ano. Nós vos agradecemos todas as graças que nos concedestes através dos vossos santos. E hoje pedimos a São Silvestre que interceda a vós por nós! Perdoai as nossas faltas, o nosso pecado e dai-nos a graça da contínua conversão. Renovai as nossas esperanças, fortalecei a nossa fé, abri a nossa mente e os nossos corações, não nos deixeis acomodar em nossas posições conquistadas, mas, como povo peregrino, caminhemos sem cessar rumo aos Novos Céus e à Nova Terra a nós prometidos. Senhor, Deus nosso Pai, que o Vosso Espírito Santo, o Dom de Jesus Ressuscitado, nos mova e nos faça clamar hoje e sempre "Abba! Pai!" Venha a nós o vosso Reino de paz e de justiça. Renovai a face da Terra, criai no homem um coração novo!
FONTE: ASJ

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