terça-feira, 16 de abril de 2019

SEMANA SANTA - Quinta-feira Santa



Hoje celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a Eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:

Bênção dos Santos Óleos

Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos.

Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia.

O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:

A Quinta-feira Santa


A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no mistério da Paixão de Cristo, já que quem deseja segui-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.
E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.
Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus 'sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava', mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida incansável..

O Santo Tríduo Pascal e a Indulgência Plenária


Durante o santo Tríduo Pascal podemos ganhar para nós ou para os defuntos o dom da Indulgência Plenária se realizarmos algumas das seguintes obra estabelecidas pela Santa Sé.

Obras que gozam do dom da indulgência pascal:

Quinta-feira Santa

1. Se durante a solene reserva do Santíssimo, que segue à Missa da Ceia do Senhor, recitamos ou cantamos o hino eucarístico "Tantum Ergo" ("Adoremos Prostrados").

2. Se visitarmos pelo espaço de meia hora o Santíssimo Sacramento reservado no Monumento para adorá-lo.

Sexta-feira Santa

Tríduo Pascal - Quinta-feira Santa

BOA NOITE! É PRECISO AMAR AS PESSOAS COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ.

MENSAGEM - Iniciamos nesta quinta-feira o grande Tríduo Pascal. São três dias de silêncio, oração e reflexão.


Iniciamos nesta quinta-feira o grande Tríduo Pascal. São três dias de silêncio, oração e reflexão.
Durante 40 dias nos preparamos (ou deveríamos nos ter preparado) por meio da penitência, do jejum e das obras de caridade para, de coração limpo e aberto, acompanhar a Paixão de Jesus Cristo e alcançar com Ele a Páscoa da Ressurreição, que é o evento fundante da nossa fé.
A Festa da Páscoa da Ressurreição é a maior Festa do cristianismo, pois a fé cristã é fundamentada na ressurreição. Nós não adoramos um deus morto, adoramos o Deus Vivo, que se fez humano para que a humanidade se tornasse divina, isto é, da mesma forma que o Filho de Deus ao se encarnar tornou-se plenamente humano, assim também ao se encarnar tornou a humanidade divina e todos os seres humanos filhos de Deus.

QUINTA-FEIRA SANTA - DIA DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA, DO SACERDÓCIO E DO MANDAMENTO DO AMOR.

Hoje é Quinta-feira Santa! Que você tenha um Ótimo Fim de Semana Santa!

ÓTIMA QUINTA! ♫ "Mãe, capela do Santíssimo, morada do Senhor. Expõe para nós teu filho." ♫ "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." João 1,29 - A Primeira que Comungou Toca de Assis


A Primeira que Comungou
Toca de Assis


A primeira que comungou foi a Virgem Maria
A primeira que recebeu Jesus no coração
A primeira que anunciou foi a Virgem Maria
E gerou na fé o profeta que de Izabel nasceu

Foi por ela que aconteceu a primeira adoração
E quando os magos a encontraram
Houve a primeira grande exposição

Mãe capela do Santíssimo sacrário do amor
Expõe para nós teu filho
Expõe para nós teu filho
Mãe capela do Santíssimo morada do Senhor
Expõe para nós teu filho
Expõe para nós teu filho
Primeiro ostensório do senhor


HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 17/04/2019

ANO C


Mt 26,14-25

Comentário do Evangelho

A traição

Os evangelhos não nos oferecem com clareza o motivo pelo qual Judas Iscariotes teria entregado Jesus. O evangelho de João (12,1-11) e o presente poderiam nos fazer entender que se tratasse de dinheiro. Talvez não fosse a única razão. Jesus não era o Messias combatente que Judas esperava.
No texto de hoje, e nós já o observamos anteriormente (ver o dia 26/03), ante a assertiva de Jesus de que um dentre eles o trairia (v. 21), os demais discípulos sentem-se implicados: “Acaso sou eu, Senhor?” (v. 22). Todos revelam sua fragilidade e insegurança e apontam para uma possibilidade que lhes é comum: a traição. Todos eles são portadores de certo assombro diante da iminência da paixão e morte de Jesus. Na verdade, cada um se sente capaz de trair. A Judas, Jesus responde como ao sumo sacerdote (Mt 26,54), e a Pilatos (27,11): “Tu o dizes” (Mt 26,25).
A cada ser humano é deixada a possibilidade de julgar-se na sua relação com Jesus Cristo.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Pai, reforça minha comunhão com teu Filho Jesus, de forma que nenhuma atitude minha possa colocar em risco este relacionamento profundo propiciado por ti.
Fonte: Paulinas em 27/03/2013

Vivendo a Palavra

Semana Maior da nossa fé – tempo bom para pensarmos nas nossas traições. Não foi apenas Judas o traidor: também nós traímos a Deus, quando traímos a nós mesmos, cultivando vícios; traímos ao nosso próximo, vivendo o egoísmo; traímos à natureza, devastando nosso planeta. Perdão, Senhor!
Fonte: Arquidiocese BH em 27/03/2013

Reflexão

O amor que Deus tem por todas as pessoas nunca foi plenamente correspondido, pois sempre o pecado manifestou o desamor que o homem tem por ele. O episódio da traição de Judas nos mostra de um modo muito mais profundo esta verdade. O Filho, verdadeiro Deus, Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, por amor a nós, renuncia à sua condição divina e se faz homem, tornando-se um de nós. A resposta que ele encontra dos homens não é o amor, mas a traição e a morte. Mas nem mesmo esta realidade diminui o amor que Deus tem por nós, uma vez que, por amor, Jesus nos dá livremente a sua vida.
Fonte: CNBB em 27/03/2013

Reflexão

Por trinta moedas de prata, Jesus está sendo negociado por um de seus discípulos. Na casa de um amigo, Jesus come a Páscoa com os apóstolos. A refeição, que poderia transcorrer em clima descontraído e cordial, torna-se ocasião de forte tensão entre todos. É que Jesus lhes revela que um deles vai entregá-lo aos chefes do povo. A tristeza apodera-se deles, e o traidor é apontado: Judas. Foi o nosso pecado que causou a morte de Jesus. Convém lembrar que nosso pacto com o pecado é que provoca o sacrifício de Jesus. É o mistério pascal (paixão, morte e ressurreição de Jesus) que vamos contemplar e meditar nos próximos dias, à medida que estivermos celebrando as últimas ações terrenas de Jesus.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Meditando o evangelho

AI DO TRAIDOR!

O modo como Jesus referiu-se ao traidor pode dar a impressão de ressentimento e ódio contra Judas -"Teria sido melhor, se tal homem não tivesse nascido!" Como se explica esta possível expressão de revanchismo do Mestre?
Judas não fazia a menor ideia da gravidade do que estava para fazer. Trair Jesus significava insurgir-se contra o Pai, que o enviou. Rebelar-se contra Deus é a atitude mais insensata que um ser humano pode tomar. É insurgir-se contra o próprio Criador, a quem se deve prestar contas. Só mesmo um tresloucado pode trair o Filho de Deus, sem pensar nas consequências de seu gesto.
A observação de Jesus deveria ter levado Judas a raciocinar. As palavras do Mestre não davam margem para equívoco: o traidor do Filho de Deus estaria fadado à condenação divina. Portanto, seria preferível não ter sido dado à luz, a merecer sorte tão terrível.
Esta foi a última tentativa de chamar o discípulo ao bom senso. Tentativa inútil O traidor não fez caso da advertência de Jesus. Judas estava obsesionado pela ideia de eliminá-lo, a qualquer custo.
Quiçá fosse esta uma forma de vingar-se de seu ideal fracassado. E Jesus respeitou a opção insensata do discípulo, sem desmascará-lo diante dos demais.
Infelizmente, Judas estava assinando sua própria condenação.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Espírito de paciência, não permitas que eu abuse da condescendência divina. Torna-me suficientemente sensato para perceber a voz do Pai exortando-me a deixar o mau caminho.

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. A COMUNHÃO ROMPIDA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

O contexto do anúncio da traição de Judas aponta para a ruptura da comunhão que a traição comportaria. Esta seria consumada por alguém que partilhava a intimidade de Jesus, na condição de companheiro de caminhada e missão. Sentar-se à mesma mesa simbolizava comunhão de vida. A traição revelaria a hipocrisia de Judas no seu relacionamento com Jesus. Não era quem dava a impressão de ser, e sim um traidor travestido de amigo.
Judas, no entanto, não detinha o poder sobre a vida de Jesus. O evangelho sublinha que o gesto dele estava inserido num contexto maior do desígnio divino a respeito do Messias. Nem por isso sua responsabilidade foi menor. As palavras terríveis que recaíram sobre ele não deixam dúvida a este respeito: "Seria melhor que nunca tivesse nascido!".
Toda a cena é comandada por Jesus. É ele quem dá instruções precisas a respeito do lugar onde deve ser preparada a ceia pascal, da pessoa que haveria de ceder-lhes o local, da mensagem que lhe seria transmitida e dos detalhes da preparação. Os discípulos obedecem prontamente, fazendo tudo conforme o Mestre determinara.
Só Judas age na contramão da vontade do Mestre, mesmo que sua decisão, em última análise, já estivesse no contexto da vontade de Deus. Nenhum discípulo deveria seguir um tal exemplo.
Orão
Pai, reforça minha comunhão com teu Filho Jesus, de forma que nenhuma atitude minha possa colocar em risco este relacionamento profundo propiciado por ti.
Fonte: NPD Brasil em 27/03/2013

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Um de Vós vai me trair...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

É o mesmo relato de ontem, mas agora do jeito de MATEUS. No evangelho de ontem, quando Jesus vai anunciar que será traído, o texto fala que ele está angustiado e perturbado em seu espirito, lembram-se? Podem conferir o texto de João.... Pois no evangelho de hoje, essa angústia e aflição muda de lado, são os discípulos que ficam angustiados e aflitos, e começam a indagar "Senhor, por acaso serei eu?". E Pedro, logo ele, dá uma cutucada a João, que estava perto do Mestre, quer saber quem é o desavergonhado, quem sabe, para tomar uma providência...
O Jesus de Mateus, que escreve para a comunidade Cristão Judaica, é firme e não demonstra nenhuma perturbação quando anuncia a traição. É que Mateus apresenta um Jesus fiel á missão, e que  cumpre toda  a Vontade do Pai, com firmeza e determinação. Entretanto, há algo que o leitor fica se perguntando, "Se ele cumpre a vontade do Pai, porque demonstrou sua indignação ao dizer "Ai daquele que irá trair o Filho do Homem, melhor seria que não tivesse nascido....".Ora, se era vontade do Pai, então Judas estava fazendo o seu papel, e estava, por assim dizer "Colaborando" para que tudo acontecesse, conforme o previsto....Jesus até poderia trata-lo bem, era preciso que alguém o traísse para que ele fosse condenado á morte, e Judas aceitou o papel de traidor...
Esta seria uma leitura ingênua desse evangelho, pois facilmente podemos cair no fatalismo, "Deus quis assim... Foi feita sua vontade". Coitado do nosso Deus, quantas desgraças e tragédias jogamos em suas costas... Aliás, tem gente que se safa de situações apertadas jogando a culpa em Deus ou no Diabo.
Com toda certeza, muitas vezes Jesus conversou com Judas, expos sua missão, exortou-o a não entrar pelo caminho errado, disse-lhe do perigo que corria, ao  confundir o seu Messianismo com alguma ideologia política e ali á mesa, deu-lhe a última dica...uma oportunidade para Judas pensar no assunto, rever a sua atitude, quem sabe, usar o seu livre arbítrio e mudar de vida, por fidelidade a Jesus, mesmo que não compreendesse bem o seu messianismo, pois Pedro também não entendia, mas o aceitou como ele era.
Portanto, não se trata do anuncio de uma fatalidade, mas um jogo de palavras, mostrando que a questão estava em aberto e Judas ainda poderia dar outro rumo á sua vida. Assim  que Judas saiu de cena, rompendo portanto com a comunidade, Pedro, querendo amenizar o mal entendido, e melhorar o clima do jantar, já no Horto das Oliveiras, quando Jesus anuncia que ele será motivo de queda para todos eles, vai  apresentar-se como diferente, o melhor e o mais fiel de todos, "Para mim jamais serás motivo de queda, Senhor". Com essas palavras Pedro estava dizendo que Jesus podia contar com ele sempre... Pobre Pedro, que ducha de água fria levou na cabeça, quando Jesus diz que  ele irá negá-lo por três vezes, antes que o galo cantasse...
Nossas mãos não tocam no mesmo prato, o pão com Jesus, mas tocam em Jesus que é o Pão da Eucaristia, somos tão íntimos dele como Judas o era, e todos os discípulos. Seria um erro pensarmos que o nosso pecado é bem menor que o de Judas e de Pedro, na própria comunidade caímos em contradição, quem dirá quando estamos fora dela. E por que agirmos dessa maneira, ao estilo de Pedro ou de Judas? Por que diferente de Jesus de Mateus, buscamos a nossa vontade, que coincide com a vontade de Pedro e de Judas: vencer pelo caminho mais fácil, chegar á glória da ressurreição, sem ter de passar pelo triste trajeto do calvário, que nos assusta e amedronta...

2. O meu tempo está próximo
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Judas se deixou levar pela cobiça? Queria dinheiro, por isso decidiu vender o seu Mestre? Como se comportava dentro do grupo? Era o ecônomo da pequena comunidade? Quando Maria ungiu os pés de Jesus com um perfume caro, Judas reagiu e apelou: “Podíamos vender esse perfume e dar o dinheiro aos pobres”. Não ficou feliz com o que Maria fez para Jesus. O relacionamento de Judas com Jesus já não andava bem. Acrescente-se o interesse pessoal pelo dinheiro e chegaremos ao cume da traição. Era um dos Doze. Que o Senhor não nos deixe cair em tentação!

HOMILIA DIÁRIA


Postado por: homilia
março 27th, 2013

São Mateus nos revela, hoje, o modo como Jesus foi traído por um dos Seus homens de confiança. Com um simples beijo, Judas planeja vender o seu Mestre. Por trinta moedas traça-se o poder financeiro, material e finito pela vida, dom de Deus.
Uma verdadeira contradição! O Dono de tudo é trocado pelo dinheiro. Ontem como hoje, a opção pelo dinheiro e a rejeição da vida humana tem falado mais alto.
Será que Judas era, na verdade, um amigo? Eu diria que ‘não’, porque, com a traição, ele revela sua hipocrisia no relacionamento com Jesus. Não era quem dava a impressão de ser, mas um traidor travestido de amigo. Judas, no entanto, não detinha o poder sobre a vida de Jesus.
O Evangelho destaca que o gesto de Judas estava inserido num contexto maior do desígnio divino sobre o destino do Messias. Mas nem por isso sua responsabilidade foi menor. As palavras terríveis que recaíram sobre ele não deixam dúvida a este respeito: “Seria melhor que nunca tivesse nascido!” Só Judas age na contramão da vontade do Mestre, mesmo que sua decisão já estivesse no contexto da vontade de Deus.
A atitude cristã que devemos ter é a de corresponder com a graça divina, e não desprezá-la, traindo o amor de Cristo, como fez Judas.
Peçamos ao Senhor que nos conceda uma fé firme e permanente a ponto de fazermos a diferença neste mundo cheio de ganância e numa busca constante de privilégios. Sobretudo, onde o grito de Maquiavel: “O fim justifica os meios” ainda continua ditando normas. Tira-se a vida em troca de poder, prazer e posse.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Canção Nova em 27/03/2013

Oração Final
Pai Santo, eu creio, mas aumenta a minha fé! Ajuda-me a ser fiel na relação comigo mesmo, com o próximo, com este mundo encantado que me emprestaste para cuidar e, mais do que tudo, fiel ao inefável Amor com que nos cumulaste, oferecendo-nos o Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 27/03/2013

LITURGIA DIÁRIA - 17/04/2019


Tema do Dia

Semana Santa: «Senhor, será que sou eu?»

O Profeta descreve a situação de exílio do povo eleito: humilhação e sofrimento, mas suportados com Esperança. Ao meditá-la hoje, às vésperas da Paixão de Jesus, nós vemos a descrição perfeita do Servo Sofredor, nosso Salvador, a entregar sua vida.
Fonte: Arquidiocese BH em 27/03/2013

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.

4ª-feira da Semana Santa da Páscoa
Cor: Roxo


Primeira Leitura (Is 50,4-9a)
Semana Santa - Quarta-feira - 17/04/2019

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo.
5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba: não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é o meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado. 8A meu lado está quem me justifica; alguém me fará objeções? Vejamos. Quem é meu adversário? Aproxime-se. 9aSim, o Senhor Deus é meu Auxiliador; quem é que me vai condenar?

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Responsório (Sl 68)
Semana Santa - Quarta-feira - 17/04/2019

— Respondei-me pelo vosso imenso amor, neste tempo favorável, Senhor Deus.
— Respondei-me pelo vosso imenso amor, neste tempo favorável, Senhor Deus.

— Por vossa causa é que sofri tantos insultos, e o meu rosto se cobriu de confusão; eu me tornei como um estranho a meus irmãos, como estrangeiro para os filhos de minha mãe. Pois meu zelo e meu amor por vossa casa me devoram com fogo abrasador; e os insultos de infiéis que vos ultrajam recaíram todos eles sobre mim!
— O insulto me partiu o coração; eu esperei que alguém de mim tivesse pena; procurei quem me aliviasse e não achei! Deram-me fel como se fosse um alimento, em minha sede ofereceram-me vinagre!
— Cantando eu louvarei o vosso nome e agradecido exultarei de alegria! Humildes, vede isto e alegrai-vos: o vosso coração reviverá, se procurardes o Senhor continuamente! Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres, e não despreza o clamor de seus cativos.


Evangelho (Mt 26,14-25)
Semana Santa - Quarta-feira - 17/04/2019


O meu tempo está próximo

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse: “Que me dareis se vos entregar Jesus?” Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.
17No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?” 18Jesus respondeu: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”.
19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”. 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: “Senhor, será que sou eu?”
23Jesus respondeu: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” 25Então Judas, o traidor, perguntou: “Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.