Santo Alberto Magno
Celebramos neste dia a santidade de um grande santo da nossa Igreja, o qual foi digno de ser intitulado de Magno (Grande). Nascido na Alemanha em 1206, numa família militar que desejava para Alberto a carreira militar ou administrativa.
Soldado do Senhor e administrador do Reino de Deus, devotíssimo da Virgem Maria, Santo Alberto optou pelos desejos do coração de Deus, por isso depois de estudar ciências naturais em Pádua e Paris entrou na família Dominicana em 1223, a fim de mergulhar nos estudos, santidade e apostolado. Como consequência da sua crescente adesão ao Reino, foram aumentando os trabalhos na "vinha do Senhor", por isso na Ordem Religiosa foi superior provincial e mais tarde, nomeado pelo Papa, Bispo de Ratisbona, num tempo em que somente um santo e sábio poderia estabelecer a paz entre os povos e cidades, como de fato aconteceu.
Santo Alberto Magno era um apaixonado e vocacionado ao magistério (teve como discípulo São Tomás de Aquino); foi dispensado do Episcopado, para na humildade e pobreza continuar lecionando, pregando e pesquisando e dominando com tranquilidade os assuntos sobre mecânica, zoologia, botânica, metereologia, agricultura, física, tecelagem, navegação e outras áreas do conhecimento, os quais inseriu no seu caminho de santidade: "Minha intenção última, escrevia, está na ciência de Deus". Suas obras escritas encheram 38 grossos volumes e com o testemunho impregnou toda a Igreja de santidade e exemplo de quem soube viver com equilíbrio e graça a fé que não contradiz a razão.
Entrou no Céu em 1280, proclamado Doutor da Igreja e Patrono dos cultores das ciências naturais.
Santo Alberto Magno, rogai por nós!
Soldado do Senhor e administrador do Reino de Deus, devotíssimo da Virgem Maria, Santo Alberto optou pelos desejos do coração de Deus, por isso depois de estudar ciências naturais em Pádua e Paris entrou na família Dominicana em 1223, a fim de mergulhar nos estudos, santidade e apostolado. Como consequência da sua crescente adesão ao Reino, foram aumentando os trabalhos na "vinha do Senhor", por isso na Ordem Religiosa foi superior provincial e mais tarde, nomeado pelo Papa, Bispo de Ratisbona, num tempo em que somente um santo e sábio poderia estabelecer a paz entre os povos e cidades, como de fato aconteceu.
Santo Alberto Magno era um apaixonado e vocacionado ao magistério (teve como discípulo São Tomás de Aquino); foi dispensado do Episcopado, para na humildade e pobreza continuar lecionando, pregando e pesquisando e dominando com tranquilidade os assuntos sobre mecânica, zoologia, botânica, metereologia, agricultura, física, tecelagem, navegação e outras áreas do conhecimento, os quais inseriu no seu caminho de santidade: "Minha intenção última, escrevia, está na ciência de Deus". Suas obras escritas encheram 38 grossos volumes e com o testemunho impregnou toda a Igreja de santidade e exemplo de quem soube viver com equilíbrio e graça a fé que não contradiz a razão.
Entrou no Céu em 1280, proclamado Doutor da Igreja e Patrono dos cultores das ciências naturais.
Santo Alberto Magno, rogai por nós!
FONTE: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?mes=11&dia=15&id=312
Santo Alberto Magno
+1280
Um ser pleno de virtudes, ciência, sabedoria e fé
inabalável, grandioso em todos os sentidos. Frei dominicano, pregador
eloqüente, magistral professor das ciências naturais e das doutrinas da fé,
escritor, fundador, bispo e, finalmente, doutor da Igreja. Sim, essas
qualificações pertencem a santo Alberto Magno, um dos mais importantes da
Igreja e da humanidade.
O grande filósofo e teólogo que dedicou sua vida na busca incansável do
encontro da ciência com a fé, e que se destacou, principalmente, pela humildade
e caridade. Escreveu mais de vinte e duas obras sobre teologia e ciências
naturais - como a filosofia, a química, a física, e a botânica -, além de
inúmeros tratados sobre as artes práticas - como tecelagem, navegação,
agricultura, Foi, sobretudo, um profundo observador e amante da natureza. Por
tudo isso, ainda em vida era chamado de "o Magno" por seus contemporâneos.
Entretanto, ainda jovem, quase desistiu da vida religiosa, sentia dificuldades
no entendimento do estudo da teologia. Mas segundo ele próprio, foi Nossa
Senhora que o fez perseverar. Devotíssimo da Virgem Maria, durante as orações
ela o teria aconselhado a não desistir, pois, se o fizesse, pouco a pouco os
dons que tinha recebido lhe seriam tirados. Desde então, dizia: "Minha
intenção última está na ciência de Deus". E sem dúvida, a forma rápida e
fácil como aprendia tudo e a clareza com que pregava, explicava e ensinava,
eram dons divinos.
Nascido em 1206, na Alemanha, Alberto pertencia à influente e poderosa família
Bolsadt, rica, nobre, cristã e de tradição militar. Piedoso desde a infância,
Alberto recebeu uma educação muito aprimorada, digna dos nobres. Porém sempre
deixou evidente a sua preferência pelos estudos das ciências naturais e pela
religião às alegrias fúteis da Corte.
Aos dezesseis anos, foi para a Universidade de Pádua, na Itália, onde, sob a
tutela de Maria, completou os estudos superiores. Em 1229, tornou-se frade
dominicano pregador. Lecionou nos principais pólos de cultura europeus de sua
época, Itália, Alemanha e França. Em Paris, atraiu tantos estudantes e
discípulos que teve de lecionar em praça pública. Que passou a ser chamada de
praça Maubert, graças a santo Alberto Magno. O nome é uma derivação de Magnus
Albert, e existe até hoje. Lá, entre seus discípulos, estava santo Tomás de
Aquino, outro dominicano cuja importância não é menor.
Em 1254, eleito superior provincial de sua ordem na Alemanha, abriu mão da
cátedra de Paris para ficar na comunidade dominicana sob sua direção, quando
demonstrou todo o seu espírito de monge pobre e humilde. Viajou por grande
parte da Alemanha sempre a pé e pedindo esmolas no caminho para alimentar-se.
Assim, ele fundou vários conventos, além de renovar os já existentes.
Em 1260, foi nomeado bispo de Ratisbona, ocupando o cargo por dois anos, quando
pediu exoneração. Não estava interessado no poder e sim no saber, voltou para a
vida simples no convento que ele fundara e ao ensino na Universidade de
Colônia. Já entrado nos setenta anos, foi incumbido pelo papa Urbano IV de
liderar as cruzadas na Alemanha e na Boêmia. Em 1274, teve participação
decisiva na união da Igreja grega com a latina, no segundo Concílio de Lyon.
Três anos antes de sua morte, santo Alberto Magno começou a perder a memória.
Mandou, então, construir sua própria sepultura, e rezava o ofício dos mortos
todos os dias. Morreu, serenamente, no dia 15 de novembro de 1280. O papa Pio
XI canonizou-o proclamou-o doutor da Igreja em 1931. Dez anos depois, o papa
Pio XII declarou-o padroeiro dos estudiosos das ciências naturais.
Santo Alberto Magno
Poucos sabem em Paris que
a praça Maubert traz o nome do grande santo dominicano, festejado hoje. Maubert
deriva de Magnus Albert. Alberto, o Grande, nasceu em Lauingen, Baviera
(Alemanha) por volta do ano 1206. Aos 16 anos um tio o trouxe a Pádua para que
completasse seus estudos universitários. Aqui encontrou o superior geral dos
dominicanos, o bem-aventurado: Jordão de Saxônia, que o encaminhou à vida
religiosa.
No ano de 1229
Alberto vestiu o hábito dos frades pregadores e foi mandado para Colônia, onde
havia a escola mais importante da Ordem. Eram milhares os estudantes que
passavam pelas universidades (de Nápoles, Bolonha, Paris, Oxford, Colônia),
onde os grandes mestres desfilavam, procurando conciliar ciências e santidades,
fé e razão. Entre os mais ilustres, destacou-se Santo Tomás de Aquino.
"Senhor Jesus - rezava -. imploramos a tua ajuda para não nos deixar
seduzir pelas vós palavras tentadoras sobre a nobreza da família, sobre o
prestígio da Ordem, sobre a que a ciência tem de atrativo"
Eleito Superior
Provincial da Alemanha, abandonou a Cátedra de Paris e quis estar
constantemente presente à comunidade confiada aos seus cuidados. Percorreu a pé
as regiões germânicas, pedindo esmola durante a viagem para comer e para
dormir. Convocado por Roma, teve de aceitar a nomeação para Bispo de Ratisbona.
e muito trabalhou pela restauração da paz entre grupos e nações. Deixou muitas
obras escritas, versando sobre a doutrina cristã e sobre as ciências naturais.
São Alberto Magno
morreu em Colônia no dia 15 de Novembro de 1280. Canonizado em 1931, Pio XII o
proclamou patrono dos cultores das ciências naturais. Mereceu o apelido de
Grande e de doutor universal.
http://www.catolicanet.com/?system=santododia&action=ver_santos&data=15/11
São Alberto Magno, Doutor da Igreja
Já em seu tempo as pessoas o
chamavam "O Magno", o grande, pela sabedoria admirável que tinha
conseguido alcançar. Chamavam-no também "O Doutor Universal" porque
sabia de tudo: de ciências religiosas, de ciências naturais, de filosofia, etc.
Era geógrafo, astrônomo, físico, químico e teólogo, e as pessoas comentavam que
o santo "sabe tudo o que se pode saber" e o outorgam, além disso, o
título de "milagre da época", "maravilha de conhecimentos"
e outros mais.
São Alberto foi o professor do maior sábio que teve a Igreja
Católica, Santo Tomás de Aquino. Ele descobriu a genialidade do jovem Tomás.
Nasceu na Alemanha em 1206. Era de família rica e de importância
no governo e na alta sociedade. Ingressou como religioso com os Padres
Dominicanos.
Em Colônia, em Paris e em várias outras universidades foi um
professor muito brilhante e de muitas nações foram estudantes assistir suas
aulas. Teve o mérito de ter separado a teologia da filosofia, e de resgatar e
reconciliar as idéias do filósofo com as cristãs (o qual aperfeiçoará em
seguida seu discípulo Santo Tomás).
Escreveu 38 volumes, de todos os temas. Foi nomeado superior
provincial de sua comunidade de Dominicanos. E o Sumo Pontífice o nomeou
Arcebispo de Ratisbona, mas após dois anos renunciou a esse carrego para
dedicar-se a sua missão intelectual.
Morreu em 15 de novembro de 1280, com 74 anos.
São Alberto Magno | |
Nascimento | No século XIII |
Local nascimento | Lauigen (Baviera) |
Ordem | Dominicana (Bispo e Doutor) |
Local vida | Nápoles |
Espiritualidade | Era o mais brilhante aluno de ciências de seu tempo, alcançando um elogio de Pedro da Prússia que escreveu sobre a obra de Alberto: "Iluminaste a todos, foste preclaro pelos teus escritos, iluminaste o mundo porque soubeste tudo quanto se podia saber". Filósofo, teólogo, físico, químico, montava laboratórios para experimentação. Pesquisador, observador constante da natureza, porém, o principal foi o que escreveu e realmente viveu o que disse: "Minha intenção última está na ciência de Deus". Pio XII proclamou-o "patrono dos cultores das ciências naturais", O Grande doutor universal". |
Local morte | Colônia |
Morte | 15 de novembro de 1280 |
Fonte informação | Os santos de cada dia |
Oração | Deus, nosso Pai, Santo Alberto Magno engrandeceu a vossa Igreja e, mediante ela, toda a humanidade, com a sua ciência humana e divina. Homem de fé e, ao mesmo tempo químico, físico, pesquisador e observador constante da natureza, foi o precursor dos cientistas. Saibamos nós também, a seu exemplo, cultivar is valores da natureza. Envidemos todos os esforços para, através de um progresso que respeite a dignidade do homem, tornarmos a vida social mais humana. Iluminados pela fé, coloquemos a serviço da paz, da fraternidade, do bem-estar de todos, as ciências naturais, humanas, sociais, a técnica moderna. Tudo nos leve a compreender mais e melhor a vocação do homem chamado a "dominar a terra", ou seja, a fazer deste mundo "um lugar habitável", onde todos se sintam co-responsáveis pelos destinos da humanidade (Gaudium et Spes, 383) |
Devoção | À ciência divina |
Padroeiro | Dos cientistas |
Outros Santos do dia | Eugênio, Félix (bispos) Ábido (diác); Segundo, Fidenciano e Várico, Gúria, Esmunas (márts.); Lupério, Maculo, Aurélio e Benigno (bispos); Leopoldo, Baruc (prof); Orâncio (mártir). FONTE: ASJ |
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