quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 25/02/2026

ANO A


Lc 11,29-32

Comentário do Evangelho

O Sinal de Jonas e o Chamado à Conversão


Neste tempo favorável da Quaresma, o Evangelho de Lucas nos apresenta Jesus confrontando a dureza de coração daqueles que exigem provas extraordinárias para crer. Ao chamar aquela multidão de “geração má”, o Senhor não nos condena, mas nos alerta sobre o perigo de buscar um Deus de espetáculos e milagres, enquanto ignoramos Sua presença real na Palavra e na vida cotidiana.
O “sinal de Jonas” é o grande convite à conversão. Assim como os ninivitas não precisaram de prodígios, mas mudaram suas vidas ao ouvir a pregação do profeta, nós somos chamados a reconhecer em Jesus — Aquele que é maior que Jonas e Salomão — o sinal definitivo do amor do Pai. A Quaresma é o momento de abandonar a curiosidade superficial e abraçar a fé profunda, permitindo que a sabedoria de Cristo transforme nossas atitudes e nos prepare para a vitória da Ressurreição.
https://catequisar.com.br/liturgia/25-02-2026/

Comentário do Evangelho

Jesus começou a dizer: "Esta geração é uma geração malvada. Pede um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas"


Em Lucas 11,16 está dito que houve quem colocasse Jesus à prova, pedindo que realizasse um sinal do céu. A resposta ao pedido não veio como aceitação, nem como rejeição diante de uma grande multidão que se reuniu em torno dele. Jesus preferiu fazer uso da Escritura para atestar a perversidade em relação à sua pessoa e ministério. Diante da pregação de Jonas, um profeta nacionalista e relutante a Deus, os ninivitas, considerados malvados e impiedosos, se converteram e foram salvos da destruição anunciada. Diante da sabedoria de Salomão, a rainha do Sul (Sabá, na Etiópia), veio ao seu encontro para escutá-lo. Em ambos os casos, Jesus afirmou a sua superioridade. Com isso, indiretamente, estava oferecendo o sinal. No lugar da pregação de destruição e da sabedoria especulativa, Jesus transmitia o amor de Deus. Essa é a proposta de Jesus: amor assumido em sua vida com fidelidade e obediência a Deus.
Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.
Fontes: https://www.facebook.com/ParoquiaSantaCruzCampinas e https://www.comeceodiafeliz.com.br/evangelho/25-02-2026

Reflexão

Jesus está no seu caminho em direção a Jerusalém. Ao longo do percurso, parece que suas curas e ensinamentos não são suficientes para o povo compreender sua divindade. Procuram outro sinal, não se sabe ao certo qual, pois Jesus já lhes deu tantos sinais da sua messianidade. Ao repreender as pessoas por essa falta de fé, o Mestre recorda duas passagens das Escrituras, ou dois personagens bem conhecidos do povo: Jonas e Salomão. O sinal que em breve receberão será sua ressurreição, ou seja, a volta à vida depois de três dias na sepultura, assim como Jonas retornou depois de três dias no estômago do peixe. A diferença é que a ressurreição de Jesus é definitiva e eficaz, salvando toda a humanidade, e não apenas os habitantes de Nínive. Eis por que Jesus Cristo é infinitamente maior do que Jonas e do que o rei Salomão.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/25-quarta-feira-9/

Reflexão

«Assim como Jonas foi sinal para os ninivitas, assim o Filho do homem o será também para esta geração»

Fr. Roger J. LANDRY
(Hyannis, Massachusetts, Estados Unidos)

Hoje, Jesus nos diz que o sinal que dará à “geração malvada”, de fato, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração (cf. Lc 11,30). Da mesma maneira que Jonas deixou que o lançasse pela margem para acalmar a tempestade que ameaçava com afundá-los — e, assim, salvar a vida da tripulação—, do mesmo modo que Jesus permitiu que o lançassem pela margem para acalmar as tempestades do pecado que põem em perigo nossas vidas. E, de igual forma que Jonas passou três dias no ventre da baleia antes que esta o vomitara são e salvo a terra, assim Jesus passaria três dias no seio da terra antes de abandonar a tumba (cf. Mt 12,40).
O sinal que Jesus dará aos “malvados” de cada geração é sua morte e ressurreição. Sua morte, aceita livremente, é o sinal do incrível amor de Deus por nós: Jesus deu sua vida para salvar a nossa. E sua ressurreição de entre os mortos é o sinal de seu divino poder. Trata-se do sinal mais poderoso e comovedor jamais dado.
Mas, Jesus é também a sinal de Jonas em outro sentido. Jonas foi um ícone e um meio de conversação. Quando em sua prédicas «Jonas entrou na cidade e começou a percorrê-la, caminhando um dia inteiro. Ele dizia: «Dentro de quarenta dias, Nínive será destruída!» (Jon 3,4) adverte aos ninivitas pagãos, estes se convertem, pois todos eles — desde o rei até as crianças e animais— se cobrem com serapilheira e cinzas. No dia do julgamento, os homens da cidade de Nínive ficarão de pé contra esta geração. Porque eles fizeram penitência quando ouviram Jonas pregar. E aqui está quem é maior do que Jonas.” (cf. Lc 11,32) predicando a conversão a todos nós: Ele o próprio Jesus. Portanto, nossa conversão deveria ser igualmente exaustiva.
«Pois Jonas era um servente», escreve São João Crisóstomo na pessoa de Jesus Cristo, «mas eu sou o Mestre; e ele foi jogado pela baleia, mas eu ressuscitei dos mortos; e ele proclamava a destruição, mas vim a predicar a Boas Novas e o Reino».
Na semana passada, na quarta-feira de Cinza, nos cobrimos com cinza, e cada um escutou as palavras da primeira homilia de Jesus cristo, «O tempo já se cumpriu, e o Reino de Deus está próximo. Convertam-se e acreditem na Boa Notícia» (cf. Mc 1,15). A pergunta que devemos fazer-nos é: — Respondido já com uma profunda conversão como a dos ninivitas e abraçado aquele Evangelho?

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Jonas era um servo, mas eu sou o Mestre; ele foi lançado pela baleia, mas eu ressuscitei dos mortos; ele proclamou a destruição, mas eu vim proclamar a Boa Nova e o Reino» (São João Crisóstomo)

- «Uma coisa é certa: o sinal de Deus para os homens é o Filho do homem, o próprio Jesus. E é profundo no seu mistério pascal, no mistério da morte e da ressurreição. Ele mesmo é o "sinal de Jonas"» (Bento XVI)

- «Jesus liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa: ‘Eu sou a Ressurreição e a Vida’ (Jo 11,25) (…). Jesus fala deste acontecimento único como do ‘sinal do Jonas’ (Mt 12,39), do sinal do templo: Ele anuncia a sua ressurreição ao terceiro dia depois da morte» (Catecismo da Igreja Católica, nº 994)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-02-25

Reflexão

«Eis aqui está quem é maior do que Salomão (...) e eis aqui está quem é maior do que Jonas»

Rev. D. Antoni CAROL i Hostench
(Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)

Hoje, o Evangelho nos convida a centrar nossa esperança no mesmo Jesus Cristo. O próprio João Paulo II escreveu que «não será uma Fórmula a salvar-nos, mas uma Pessoa, e a certeza que Ela nos infunde: ‘Eu estarei convosco!’».
Deus — que é Pai— não nos abandonou: «O cristianismo é graça, é a surpresa de um Deus que, não satisfeito com criar o mundo e o homem, saiu ao encontro da sua criatura» (João Paulo II).
Encontramo-nos começando a Quaresma: Não deixemos passar a oportunidade que nos oferece a Igreja: «É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação» (2Cor 6,2) Depois de contemplar na Paixão o rosto doloroso de Nosso Senhor Jesus Cristo, ainda pediremos mais sinais de seu amor? «Aquele que não cometeu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nos tornemos justiça de Deus» (2Cor 5,21). Mais ainda: «Deus, que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como é que, com ele, não nos daria tudo?» (Rom 8,32). Ainda queremos mais sinais?
No rosto ensanguentado de Cristo « Eis aqui está quem é maior do que Salomão (...) e eis aqui está quem é maior do que Jonas» (Lc 11,31-32). Este rosto sofrido da hora extrema, da hora da Cruz é «Mistério no mistério, diante do qual o ser humano pode apenas prostrar-se em adoração. De fato, «Para transmitir ao homem o rosto do Pai, Jesus teve não apenas de assumir o rosto do homem, mas de tomar inclusivamente o ”rosto” do pecado» (João Paulo II). Queremos mais sinais?
«Eis o homem!» (Jo 19,5): Eis aqui o grande sinal. Contemplemo-lo desde o silêncio do “deserto” da oração: «O que todo cristão deve fazer em qualquer tempo [rezar], agora deve fazê-lo com mais solicitude e com mais devoção: assim cumpriremos a instituição apostólica dos quarenta dias» (São Leão Magno, papa).
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-02-25

Reflexão

Jesus, o “verdadeiro Jonas”

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, Jesus se apresenta como "alguém mais que Jonas". Jesus Cristo assumiu a culpa de toda a humanidade; entrou com ela no Jordão. Iniciou sua vida pública tomando o lugar dos pecadores. Iniciou com a antecipação da cruz. É, por assim dizer, o verdadeiro Jonas que disse aos marinheiros: "Toma-me e lança-me ao mar" (Jon 1,12).
Se na ressurreição de Lázaro vemos a resposta de Jesus ante a petição de signos pelos seus contemporâneos, no entanto sua resposta central foi: "Três dias e três noites esteve Jonas no ventre do cetáceo, pois três dias e três noites estará o Filho do homem no seio da terra" (Mt 12,40).
—O sinal de Deus para os homens é o Filho do homem, o próprio Jesus. E é de maneira profunda no seu mistério pascoal, no mistério de morte e ressurreição. Ele mesmo é o "signo de Jonas". Acreditar Nele e segui-lo, é o grande signo de Deus.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-02-25

Comentário sobre o Evangelho

Jesus se compara ao profeta Jonas pregando em Nínive


Hoje, Jesus Cristo anuncia a sua ressurreição usando a figura de Jonas. Deus “levou” este profeta até Nínive “viajando” durante três dias dentro de um grande peixe. Quando alguns pediram a Cristo um milagre para demonstrar a sua divindade, Ele respondeu recordando a história de Jonas…
- Jesus é Deus e não um mágico! O grande sinal da redenção é algo que um mágico nunca fará: o Pai ressuscita o Filho. Como Jonas, Jesus esteve três dias abaixo da superfície (sepultado), e depois ressurgiu, quer dizer, ressuscitou: esse é o sinal definitivo de Deus.
https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-02-25

Meditação

A Palavra: dos ouvidos ao coração!

Com ousadia profética, Jonas provocou a população de Nínive a renunciar ao mal e a converter-se ao Senhor. Diante daquela conversão sincera, Deus teve compaixão daquele povo. Jesus, o Deus bondoso, também anunciou a necessidade de uma conversão sincera para alcançarmos a misericórdia de Deus Pai. Todavia, muitos corações, dominados pela ganância e pelo ódio, não acolheram suas palavras. Deus não tem espaço na vida da pessoa que vive como se Ele não existisse e, ainda, almeja ser idolatrada como se fosse um Deus. Quando o homem se fecha à conversão, no seu coração não há mais espaço para o verdadeiro Deus. A liturgia de hoje nos provoca a cultivarmos uma sincera renovação da fé. A conversão leva a uma fé viva em obras.
Coleta
CONSIDERAI, SENHOR, com bondade o fervor do vosso povo, para que os que mortificam o corpo pela abstinência, pelo fruto de suas boas ações sejam fortalecidos no espírito. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=25%2F02%2F2026&leitura=meditacao

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